sábado, 27 de abril de 2013

Braima Camará apresenta Moção de Estratégia


Acabamos de lançar no nosso Site de Campanha do candidato à liderança do PAIGC, BRAIMA CAMARÁ a Moção de Estratégia que o projecto para uma “Liderança Democrática e Inclusiva”, pretende apresentar ao VIII Congresso do nosso glorioso PAIGC, em cumprimento das disposições estatutárias que regulam a apresentação de candidaturas à liderança do Partido.

É um documento aberto, em preparação desde há vários meses, mas ainda completamente aberto para a contribuição de todos quantos nela se queiram rever. Por isso, todos quantos o queiram fazer poderão não só trazer as suas críticas e sugestões, como assiná-la, contribuindo assim para a definição das linhas de orientação que conduzirão a vida do nosso Partido nos próximos anos, caso o projecto por mim liderado saia vencedor, como o esperam todos quantos têm partilhado a sua construção.

Contamos com a vossa contribuição e podem crer que ela se reveste da maior importância para nós. Já acolhemos o conjunto das recomendações que nos foram apresentadas por militantes e simpatizantes do partido no périplo que realizámos por todo o país, para auscultar e sentir, na primeira pessoa, os problemas e as aspirações do partido e dos seus militantes, como continuaremos a acolher as contribuições que voluntariamente nos quiserem oferecer para melhorarmos a nossa visão sobre o futuro do nosso Partido e da nossa terra. O nosso firme propósito é que a Moção de Estratégia seja um documento participado, por cuja concretização todos e cada um de nós se sentirá responsável.

Os nossos antecipados agradecimentos

Iª Convenção Nacional do PND


PND REALIZA A SUA 1ª CONVENÇÃO NACIONAL
 
Sob o lema “Um Partido – Um Sonho – Um País”, o Partido da Nova Democracia liderada até à convenção pelo Sr. Iaia Djaló, realiza em Bissau de 10 à 12 de Maio a sua 1ª Convenção Nacional.
Esta Convenção surge num momento em que o país atravessa uma das suas maiores crises da última década. Trata-se de um momento crucial na vida dos guineenses que almejam por uma liderança diferente, mais empreendedor, mais dinâmico, mais democrático, mais eficaz e mais justo.

O PND pretende contribuir para a renovação da democracia guineense, dando-lhe mais vigor, mais estímulo, mais abertura, mais solidariedade e sobretudo mais responsabilidade. A Convenção irá juntar académicos, jovens quadros, trabalhadores exemplares do país, brilhantes funcionários anónimos, mulheres batalhadoras, homens de negócios, artistas e camponeses oriundos de todo o país, num total de 579 delegados, para juntos preparem um outro futuro que começará à partir do dia 10 de Maio.

O Partido da Nova Democracia será um partido aberto ao diálogo, à alianças estratégicas, mas na base de princípios e valores que norteiam um Estado de Direito Democrático e tendo os interesses da Guiné-Bissau como o ponto de partida para qualquer negociação. O respeito pelas diferenças, a tolerância étnica e religiosa, o respeito pelas regras de jogo democrático, o respeito pela igualdade e equidade entre os sexos, a transparência e a responsabilidade governativa são, entre outros, os valores e princípios que o PND defende.

É nossa convicção, que este país é possível, desde que haja mais patriotismo, mais capacidade, mais responsabilidade e melhor organização. Não podemos continuar a carregar nos nossos ombros o nome de um Estado falhado, um Narco-estado, apenas porque um grupo de pessoas querem acaparar-se da Guiné. Este país possui recursos humanos, naturais, florestais e haliêuticos em abundância, o que é preciso é capitalizar este achado, organizar-se melhor, dar oportunidades a novos talentos para transformar a nossa Guiné. O Partido da Nova Democracia será sem sombra para dúvidas, uma alternativa sustentável à bipolarização política que tem conduzido o país apenas para a violência e para a miséria. Juntem-se todos a este projecto.

Viva PND, Viva a democracia, Viva a República da Guiné-Bissau.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Todos os nomes


Nomes dos novos directores das escolas públicas...:

Adulai Bobó Sissé – Liceu Regional Luís Fona Tchuda (Gabú)
Adulai Ualú – Liceu Sectorial de São Domingos
Agostinho G. Correia – Dr. Rui Barcelos da Cunha (Bissau)
Almeida Quadé – Godfredo Vermão de Sousa (Bissau)
António Ansú Sani – Ensino Básico Unificado Revolução de Outubro (Bissau)
Bacar Dam – Amizade China Guiné-Bissau (Bafatá)
Caba Sambú - Liceu Regional Hejy-ya-Henda (Bafatá)
Carlos Mida N`haslambé - Liceu Regional Areolino Cruz (Catió)
Clode Nota – Liceu Nacional Kwame N`Krumah (Bissau)
Domingos cabral – Liceu João Paulo II (Cacheu)
Ernesto F. Intalá - Ensino Básico Unificado Nº1 Contuboel (Bafatá)
Faustino da Silva – Salvador Allende (Bissau)
Faustino Gomes – Liceu Regional Domingos Brito dos Santos (Quinhamel)
Fausto Cassamá - Ensino Básico Unificado Alto Bandim
Francisco I. da Costa – Liceu de Hafia
Ildo da Silva - Ensino Básico Justado Vieira
Infali Camará – Dr. Agostinho Neto
José Elias Vasconcelos – Liceu de Cacheu
Leonardo Luis Cheim – Liceu Regional Hó-Chi-Minh (Canchungo)
Machado Té - Ensino Básico Unificado de Bôr
Malamine Bari – Liceu Regional Galdé Baldé (Ingoré)
Mamudo Jaló – Samora Moises Maichel (Bissau)
Matche Boassa – Quemó Mané (Mansoa)
Sabino Sanca - Ensino Básico Unificado Amizade Guiné-Bissau e Suecia
Sanha Intambú - Ensino Básico IIIº Congresso
Serifo Braima Seidi - Ensino Básico Unificado Bandim-Bilá
Tefna Tambá – Plack 2
Timbo Vieira - Ensino Básico Unificado de Quelelé

Gâmbia e Cabo Verde, com recados para Bissau


Discurso do Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, na Cerimónia de Entrega de Cartas Credenciais pelo Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da Gâmbia, AbdouJarjou

Excelências,
Senhor Embaixador, AbdouJarjou,
Senhor Ministro das Relações Exteriores,
Senhoras e Senhores colaboradores da Presidência da República,
Senhores Diplomatas,
Senhores colaboradores da Embaixada da Gâmbia,
Senhoras e Senhores jornalistas

Senhor Embaixador,

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PORMENOR - AS MEIAS BRANCAS DESTOAM E DE QUE MANEIRA...ISSO NÃO É UM JOGO DE TÉNIS, PÁ...

É com imenso prazer que recebo as Cartas que acreditam Vossa Excelência na qualidade de Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República da Gâmbia junto do meu país.

Verifico com satisfação, Sr. Embaixador, que hoje, mais que nunca, os nossos dois países estão comprometidos a trabalhar para que as tradicionais relações de amizade e cooperação que, felizmente, sempre existiram entre nós, se reforcem e se diversifiquem, seja a nível bilateral, seja a nível internacional.

Inseridos no mesmo contexto geoestratégico, Cabo Verde e Gâmbia, ambos membros activos da CEDEAO, organização sub-regional tido como instrumento útil na efectivação da estratégia de desenvolvimento económico integrado que se quer para os seus Estados membros, partilham ainda a circunstância de serem pequenos Estados o que os deve incentivar a colaborarem, de forma cada vez mais intensa e coordenada, na defesa dos interesses dos nossos países e da nossa Organização.

Independentemente da nossa pertença comum à CEDEAO, diria ainda que as nossas reduzidas dimensões territorial e populacional, aliados a uma relevante sintonia em relação a alguns dos dossiers políticos mais críticos tanto no âmbito da CEDEAO, quanto no da União Africana, nos devem estimular para uma cada vez maior concertação política e diplomática.

Estou certo que na sua missão que hoje se inicia em Cabo Verde, Vossa Excelência saberá inaugurar um novo ciclo nas nossas relações políticas, diplomáticas e de cooperação efectiva, nas mais diversas áreas, como por exemplo, o comércio, o desporto, as novas tecnologias e, muito particularmente, a cooperação entre serviços especializados na luta contra o narcotráfico, o terrorismo, o crime organizado e a pirataria marítima nas nossas águas, fenómenos que devemos combater, com convicção e determinação, se queremos que as nossas Nações se desenvolvam de forma harmoniosa e sustentável.

Senhor Embaixador,

Almejamos que os nossos países irmãos - Mali e Guiné-Bissau - possam encontrar, o quanto antes, o caminho da paz e da concórdia, para o bem-estar dos seus respectivos povos. Para tanto, gostaria de assegurar a Vossa Excelência da disponibilidade pessoal e institucional do Presidente da República na prossecução desses objectivos.

As autoridades cabo-verdianas seguiram, com apreensão, as recentes ocorrências, na República Centro Africana, que condenaram, desde o primeiro momento pelo facto de Cabo Verde se posicionar firmemente contra o recurso a qualquer tipo de violência como forma de se chegar ao poder, defendendo, os princípios da legalidade, do respeito pela Constituição e pelo direito internacional.

De igual forma, condenamos o atentado bombista que se registou no passado dia 15de Abril em Boston, manifestando total repúdio contra tal acto, e solidarizando-nos com as autoridades norte-americanas e as famílias das vítimas inocentes.

Gostaria de destacar o importante contributo que vem sendo dado pela CEDEAO na busca de soluções para a Guiné Bissau e o Mali. No último caso, registamos com grande satisfação os consideráveis avanços no sentido da reposição da integridade territorial daquele país, assim como, o restabelecimento do direito do seu povo a viver em paz, numa sociedade livre, democrática e plural a todos os níveis.

Senhor Embaixador,

Permita-me referir, com imensa satisfação e orgulho, as comemorações do 50º aniversário da criação da OUA que, em Maio próximo, serão devidamente assinaladas em Addis Abeba. Trata-se de uma efeméride que, em atenção à sua dimensão histórica, mobilizará, certamente, todas as Nações e forças vivas do nosso Continente para que todos possamos prestar a devida e justa homenagem àqueles visionários que, a seu tempo, souberam forjar o instrumento, através do qual e à volta do qual gravitaram todos os movimentos independentistas da África.

Finalmente, gostaria de terminar desejando que a missão de Vossa Excelência que hoje começa em Cabo Verde seja coroada de sucessos e que ela possa contribuir para o efectivo fortalecimento das relações de amizade e cooperação entre os nossos dois países e povos. Reitero ao Senhor Embaixador AbdouJarjou toda a disponibilidade pessoal e Institucional do Presidente da Republica para apoiar Vossa Excelência nessa missão.

Muito obrigado.

BUBO-DEA: O que diz Vasco Nacia


Vasco Nacia, membro das Forças Armadas da Guiné-Bissau, disse ter acompanhado Bubo Na Tchuto quando este foi preso pelas forças dos Estados Unidos, e garantiu que a detenção se deu no arquipélago dos Bijagós, em águas guineenses. Os Estados Unidos anunciaram no início do mês a detenção de Bubo Na Tchuto em águas internacionais, perto de Cabo Verde. O antigo chefe da Marinha da Guiné-Bissau era procurado pelos Estados Unidos por alegado envolvimento no tráfico internacional de droga, sobretudo cocaína oriunda da América do Sul. O segundo tenente Vasco Nacia terá acompanhado a situação que levou à prisão de Bubo, com quem trabalhou quando o oficial agora detido era o chefe da Marinha, conforme contou à televisão da Guiné-Bissau, TGB.

Na entrevista, disse que o seu envolvimento no caso começou no dia 01 de abril, quando Bubo lhe terá dito que estava a montar uma empresa, chamada Boston Lda, e lhe falou de que os sócios iam chegar à Guiné-Bissau e que já estavam em alto mar, pelo que lhe pediu apoio para, como piloto, ir ajudar a colocar o navio em Bissau. Bubo, acrescentou, contactou-o de novo na madrugada de dia 02 de abril para ir para Cacheu, norte de Bissau, com um empresário chamado Pedro. No mesmo carro para Cacheu seguiam também Tchami Yala e Papis Djemé, ambos posteriormente detidos.

Em Cacheu, todos seguiram num bote para o navio onde supostamente viajava o empresário, tendo Vasco Nacia sido apresentado como a pessoa para dar assistência para levar a embarcação até Bissau. "Ao chegar ao navio, o Pedro apresentou-nos a um outro senhor, chamado Alex, que teria feito todos os contactos com Bubo Na Tchuto, como sendo seu sócio",contou Vasco Nacia à TGB, acrescentando que o suposto sócio de Bubo achou estranha a sua presença e disse que apenas queria falar com Bubo, até porque trouxera alguns empresários que queriam falar pessoalmente com o antigo chefe militar.

Contactado Bubo, este dispôs-se a ir ter com eles e foi Vasco quem conduziu o bote até à praia de Suru (perto de Bissau) para nele embarcar Bubo Na Tchuto, que só apareceu mais de duas horas depois, precisou o entrevistado. Alex terá falado então a Bubo dos empresários que com ele queriam falar, a bordo do navio, tendo seguido todos até ao referido navio, atracado ao largo da ilha de Caravela. "O Bubo foi detido nas águas interiores da Guiné-Bissau, nem sequer estamos a falar das 12 milhas marítimas. Ele foi detido na zona de Caravela", garantiu.

Na entrevista, Vasco Nacia contou que a bordo do navio, num "salão VIP", lhes foram servidos sumos e que Alex disse que ia arranjar champanhe no camarote, onde na verdade estavam cerca de 50 polícias "bem armados e fardados". "De cada lado das portas do camarote estavam 25 homens armados. Na operação, o primeiro homem que se dirigiu a nós, gritou logo: Polícia. Vinham logo em nossa direção com armas em punho. Raptaram-nos logo. Meteram-nos as algemas, deitaram-nos no chão e meteram-nos panos na cabeça. Na altura nem sequer sabíamos para onde é que nos estavam a conduzir", disse.

Vasco Nacia disse também que viu duas polícias de Cabo Verde e que durante o percurso até à ilha do Sal foram identificados e questionados se tinham dinheiro para pagar a advogados. No Sal, Vasco e outro elemento, civil, foram levados pela Polícia Judiciária de Cabo Verde e Bubo, Tchami e Papis ficaram no navio. A polícia cabo-verdiana ter-lhes-á dito que eram inocentes e que ninguém podia ser capturado se o seu nome não constasse "da lista". Regressaram à Guiné-Bissau via Senegal. A Lusa tentou sem sucesso falar com Vasco Nacia. De acordo com o jornal "Última Hora", de Bissau, Vasco está detido porque as chefias militares querem esclarecer os pormenores da sua participação no caso. LUSA

Leba kabás


Diz-se que o 'presidente da CEDEAO' para a Guiné-Bissau regressa ao país no próximo domingo, e bem guardado: nem mais nem menos do que três guarda-costas, os chefes de estado-maior de três países cujos governo, com graves problemas internos nos seus territórios, impuseram e suportam a ilegalidade constitucional prevalecente na Guiné-Bissau. Os CEM do Senegal, da Nigéria e da Costa do Marfim (os queridos inimigos do Povo da Guiné-Bissau) vão trazer a sua 'noiva' e tentar uma paz podre entre Serifo e Indjai. Quando virarem as costas, logo se verá... AAS