sábado, 20 de abril de 2013

Separados


"Aly,

Que Deus esteja contigo e sempre! Sou seu compatriota, editor do blog Djemberem. Parabéns pela sua entrevista na RFI. Sua coragem, espírito patriótico, estimula o nosso povo a confiar no amanhã. Estamos fora não porque queremos, mas sim, porque fomos obrigados. Gente com muito talento, desenvolvendo atividades em profissões que escolheram em países de acolhimento, porque o medo e a falta de segurança não lhes anima a projectar um regresso para breve para aquele país. O país estagnado, famílias separadas, subdesenvolvimento caminhando a passos largos, são as únicas razões para gerar a cada dia que se passa mais sofrimento em nossos corações. Assim como você está confiante no amanhã, nós também estamos! A Guiné não se reduzirá a pó sem que os causadores do seu sofrimento sejam sepultados sem dó.

Um abraço!

S. Vieira"

sexta-feira, 19 de abril de 2013

MORTES NO MAR: Um naufrágio em Bubaque (Ilha de papagaio), matou duas pessoas. Uma mulher, vendedeira de peixe, e o seu filho. O excesso de carga esteve na origem. Ainda segundo alguns sobreviventes, há muitos desaparecidos. AAS


Zombies


Ouvi há bocado um energúmeno a mandar vir com todo o mundo na televisão da Guiné-Bissau e a falar para as "forças vivas da nação" se levantarem. Não seria já hora de implementarmos a frase "forças mortas da nação"? É porque estamos a ser governados por zombies.

É impressionante...

S.F.

Aos guineenses mais cépticos


Isto é só uma chamada de atenção, para abrirem os olhos e caírem na real, no que ao caso DEA versus BUBO & Companhia ilimitada, diz respeito:
 
Esqueçam o falso patriotismo, porque a Lei nos Estados Unidos de América está acima de Tudo e de Todos. Aquilo é um Estado e, por acaso ocorre à certa gente o que é o verdadeiro significado do Estado? É uma palavra que vem do latim STATUS US (modo de estar, saber estar, em Francês Savoir Être e em Criolo SIBI STA). Si anós no ca sibi sta, i ca tudo djintis cu ca sibi sta dé...
 
Nos EUA não se passa como na Guiné-Bissau onde os Golpes de Estado são apludidos e legalizados; onde a tortura e a matança já são familiares; onde o narcotrafico é considerado negócio normal; onde os CEMGFA vêm sendo desde 7 de Junho a figura mais popular do País.
 
Ah... apetece-me perguntar: alguém sabe-me dizer o nome do CEMGFA dos EUA? do Senegal? de Cabo-Verde? de Portugal? de França? de Angola? bom, isto só para citar alguns Países com que nos identificamos.
 
Ninguém escapa à JUSTIÇA NORTE-AMERICANA, ninguém!
Alias, nem mesmo o Presidente William Jefferson Blythe III (Bill Clinton) escapara e mais recentemente, nem mesmo um dos Homens mais poderoso do mundo, o Dominique Gaston André Strauss-Kahn (DSK) escapou.
 
Abram os olhos, acordem... y à Dios MUCHACHOS, antes de que se cierra aún visitarán Guantanamo.
 
Infali Camará (Nhu Preocupado II)

ALERTA: A França pede aos seus nacionais que residem em Bissau que não saiam de casa depois das 19 horas... O que aí vem? Quem sabe mesmo.. AAS

Indjai...


O chefe de Estado Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau, António Indjai, foi ontem acusado de participação numa operação internacional de tráfico de droga e armas, pelo procurador de Manhattan. E é agora alvo de um mandado de captura internacional. Preet Bharara, procurador de Manhattan, ressalva que António Indjai participou numa conspiração para fornecer armas à guerrilha colombiana das FARC, considerada terrorista pelos EUA, e terá usado a sua posição no topo da hierarquia militar guineense para fazer passar no país terroristas e narcotraficantes.

Na queixa figuram ainda outros nomes, pelo menos dois políticos e duas figuras das Forças Armadas guineense, cujas identidades não foram reveladas. A operação da agência anti-narcotráfico norte-americana (DEA) levou à detenção, a 4 de Abril, de Manuel Mamadi Mané, Saliu Sisse e do contra-almirante guineense Bubo na Tchuto, que foram transportados para Nova Iorque, onde vão ser julgados. Apesar de inúmeras tentativas, a RFI não conseguiu obter reacções do governo de transição da Guiné-Bissau a esta acusação de António Indjai. Ao microfone de Mussá Baldé, correspondente RFI em Bissau, Paulo Sanhá, presidente do Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau, defendeu que as instâncias judiciais devem ser passivas e evitar comentários sobre estes acontecimentos. RFI