quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
INVESTIGAÇÃO DC: Desmantelada rede de traficantes de passaportes diplomáticos da Guiné-Bissau
Um cidadão cabo-verdiano, António C. N., sem profissão certa e um guineense, Fernando A. Ca, estudante universitário, foram detidos em Dakar e estão sob alçada do Ministério Público senegalês por utilização fraudulenta, falsificação de passaportes diplomáticos guineense e infracção à legislação sobre as condições de entrada e estadia no Senegal. Os dois cidadãos lusófonos, apurou o ditadura do consenso, foram detidos pela policia de investigação criminal senegalesa (DIC) há mais de uma mês.
Com a detenção desses dois indivíduos, a secção das operações da DIC pôs fim a um tráfico lucrativo, que poderá ter gerado centenas de milhões de Francos Cfa. Segundo disse ao DC fonte próxima do inquérito, «eles conseguiram introduzir no mercado mais de 300 passaportes diplomáticos guineenses, à razão de 3.000.000 Fcfa cada um». O esquema estava bem montando, o que permitiu a centenas de cidadãos ilegais se introduzirem no espaço Schengen, via Lisboa, desaparecendo depois sem deixar rasto.
«Trata-se de uma vasta rede de tráfico de passaportes diplomáticos guineenses reais, que possui ramificações nos países da sub-região, nomeadamente na Gâmbia e na Guiné-Bissau», confirma a nossa fonte. Com a detenção desses malfeitores, a polícia apreendeu materiais high-tech usados na contrafacção (preenchimento e validação dos passaportes) assim como chips telefônicos, gambianos e da Guiné-Bissau.
Constatou-se através do inquérito que os dois falsários agiam em estreita colaboração com um policia aeroportuário guineense, um certo Quecuto. Este assunto, foi tomado muito a sério pelas autoridades senegalesas, chegando ao ponto do Consulado da Guiné-Bissau ter sido alvo de uma visita dessa secção de investigação, dado que as autoridades querem descobrir a génese e as ramificações dessa rede criminosa, sobre a qual supõem existirem cumplicidades oficiais.
Este é, infelizmente, o retrato que a corrupta e criminosa diplomacia do regime golpista de Bissau vende dos guineenses: falsários, traficantes de drogas, de seres humanos, comerciantes de postos diplomáticos, encobridores de malfeitores com a capa de diplomatas, etc, etc. AAS
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
ELEIÇÕES(?) 2014: Kuntum stau na rostu, ma bu na fala i Bandé...nô bai
DC/DR
Em França, quase toda a gente que se recenseou tem problemas com o cartão de eleitor. Escrevem «casado» imprime «solteiro», «homem» vira «mulher». «Divorciado»...não sei se dá «viúvo». Não perguntei sequer...AAS
ELEIÇÕES(?)2014: ONU não quer sequer ouvir falar em (mais um) adiamento
FONTE: RFI
A ONU não quer ouvir falar no adiamento das eleições gerais de 16 de Março. O aviso é dado por António Patriota, Presidente do Grupo Encarregue da Guiné-Bissau junto da Comissão da ONU para a Consolidação da Paz. As Nações Unidas insistem na necessidade de manter a data das eleições gerais na Guiné-Bissau a 16 de Março.
O recado foi deixado por António Patriota, Representante Permanente do Brasil nas Nações Unidas. De visita a Bissau, António Patriota reuniu-se com o ministro Delfim da Silva, que sublinhou a importância da missão. Ouvir AQUI
ELEIÇÕES(?) 2014 - Enquanto toda a comunidade internacional fala a uma só voz, defendendo que as eleições gerais devem ter lugar em março do corrente ano, dentro de portas está tudo afinado para mais um adiamento das mesmas. Depois, a desculpa será a 'época das chuvas' e por aí adiante. Assim vai a transição ad eternum no país das manhas e onde até as putas se vêem...AAS
ELEIÇÕES(?) 2014: Bissau, we have a problem
PERGUNTA:
Acredita que as eleições gerais terão lugar em março de 2014?
RESPOSTAS:
- SIM, ACREDITO - 180 votos = 25%
- NÃO, NEM EM SONHOS - 362 votos = 50%
- TALVEZ...UM DIA! - 169 votos = 23%
Votos apurados: 711
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
HOMENAGEM: Foste comandante-em-chefe da mais bem sucedida guerrilha do mundo, até que a cegueira dos teus tirou-te a vida. Porém, passados quarenta anos, os teus ideais continuam e vão perdurar. Para nosso consolo, faço minhas as palavras do historiador escocês, Thomas Carlyle: "Nenhum grande homem vive em vão." Chefe de guerra, Amilcar Cabral, eu sei que perdoaste os teus companheiros, que falharam quando o Povo mais precisou deles... AAS
NOTÍCIA DC: Sentindo-se burlado, Mike Wang promete 'barulho'...
Mais uma vez o nosso Mike Wang, o famoso "embaixador itinerante" do regime de Bissau volta a dar que falar. Ditadura do Consenso sabe que o obscuro e encapotado "diplomata" e homem de negócios chino-canadiano-guineense, MIKE WANG, encontra-se de novo em Bissau, a capital dos negócios mais mafiosos da costa ocidental africana. Nada de novo, se atendermos ao seu incessante vai-vem.
Porém, DC conseguiu apurar que Mike Wang encontra-se em Bissau com um propósito particular: reclamar o seu posto de "Embaixador Itinerante Extraordinário e Plenipotenciário" da Guiné-Bissau junto do Estado da Indonésia, posto esse que, de resto negociou - e - pagou ao presidente fantoche de transição, Manuel Serifo Nhamadjo e a demais comparsas nessas negociatas de vendas de postos diplomáticos da Guiné-Bissau.
De passagem, e para se aperceber de que atrás dessa negociata está a mais pura trapaça de candongueiros de estado, esclarece-se, de que, tal posto, além de inexistente no curriculum e historial da diplomacia internacional, é de aberrante incompatibilidade com o termo "itinerante", para além do agravante e inusitado facto de ter sido um não guineense a ser nomeado para ocupar esse posto. Primeiro tiro no pé...do Wang. Foi enganado. Burlado.
Mas vamos por partes. Os dissabores de Mike Wang começaram desde que o Ditadura do Consenso denunciou, tendo como suporte provas do seu envolvimento mafioso com altas esferas do poder golpista de Bissau, em particular com o PRT, Serifo Nhamadjo, o SEC Idelfrides Fernandes, vulgo "Didi" e o SG da Presidência, Mamadu Serifo Djaquité.
As escandalosas revelações feitas pelo DC sobre essa nomeação através de negociatas, terá "forçado", a contragosto, o regime corrupto de Bissau a recuar com essa nomeação escandalosa e nomear, assim, um diplomata de carreira fiel ao PRT para o posto. Trata-se do embaixador Carlos Alberto Moreno, outrora colocado na Argélia e mais recentemente ocupava o cargo de Diretor-geral do Protocolo do Estado.
Face ao colossal investimento que fez junto a essas figuras do regime de Bissau, Mike Wang está por estes dias na capital guineense, disposto a fazer escândalo se necessário for para "reaver" o seu posto, ou, que em alternativa lhe seja atribuído um outro posto que lhe satisfaça face ao investimento feito.
Para reavivar a memória das pessoas, e tal como DC já tinha denunciado, foi Mike Wang quem pagou os atrasados da dívida da Guiné-Bissau na ONU, liquidou os atrasados salariais do Representante do pais junto dessa instituição, financiou, custeando as viagens e o hotel da deslocação da comitiva presidencial à AG da ONU que incluía mais cinco pessoas. Ao todo, incluindo o financiamento da campanha presidencial de Serifo Nhamadjo (com um inglorioso 3º lugar...) Mike Wang investiu perto de 2 milhões de dólares, para poder aceder a esse posto na qual apostou como charneira para poder desenvolver os seus obscuros negócios encapotado na veste de diplomata.
Hoje em dia, Mike Wang é um homem desiludido com a cúpula do regime de Bissau e por essa razão está disposto a ir até às ultimas consequências para "reaver" o posto que - e bem - entende ter comprado às autoridades de Bissau por cerca de 2 milhões de dólares. Neste momento Mike Wang faz pressão em todos os sentidos, em particular, sobre o PRT, sobre o PM e sobre o SEC e, reclama mesmo uma reunião com essa cúpula, para que a sua situação seja esclarecida, sob pena de expor documentos (mais do que aqueles revelados pelo Ditadura do Consenso) e transações comprometedoras (idem, idem) que detém sobre esse escandaloso caso de terrorismo diplomático.
De momento, os visados fingem assobiar para o lado, como se nada se passasse... porém, caso Mike Wang não consiga "cobrar" o seu posto, poderá deitar o cocó na ventoinha e tornar a cumplicidade uma vivência fedorenta. AAS
domingo, 19 de janeiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
Recordações do Ramos Horta
Chegamos ao ponto de o próprio representante do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau, José Ramos Horta, fazer o jogo dos maus da fita. «Ramos Horta está a tentar encobrir o incidente de Buba e não quer fazer ondas», garante uma fonte da UNIOGBIS ao Ditadura do Consenso, que adiantou que houve uma reunião logo depois dos acontecimentos e que o Ramos Horta «tentou desvalorizar o caso, ao contrário da maior parte do staff da UNIOGBIS, que acharam que foi uma situação muito grave que podia ter outras consequências.»
TEATRO NA AMURA
Desde que chegou a Bissau mandatado por Ban Ki-Moon, que José Ramos Horta está no meio do fogo-cruzado entre políticos e militares, e não sabe para onde se virar ou escapar. A fonte recorda para o ditadura do consenso a visita que o Ramos Horta fez à Amura pouco depois de chegar a Bissau: «Antes da visita alertámo-lo que aquilo ia ser assim - que o António Indjai ia fazer um grande filme. Depois da visita dissemos, cuidado que a realidade não é aquela, eles estão assim porque querem, porque derreteram o dinheiro que a comunidade internacional tem enviado para projectos e reconstrução de edifícios. E mesmo assim fez aquelas declarações patéticas, praticamente culpando a Comunidade Internacional pelos erros dos próprios militares guineenses.» E desabafa, impotente: «Uma injustiça para o povo, esse discurso».
No que diz respeito à CPLP, diz a fonte que a organização «anda de candeia às avessas com Ramos Horta», garantindo que «se a CPLP soubesse o que sabe hoje, nunca tinham apoiado a nomeação do Nobel da Paz para a Guiné-Bissau.» Com Bissau a receber, na próxima semana, o presidente da Comissão das Nações Unidas para a Consolidação da Paz, o Embaixador António Patriota, e a Assistente do Secretário-geral (ASG), Judy Cheng-Hopkins – ainda por cima como convidados do Representante Especial do Secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau, é claro que uma notícias destas vir a público...mas acabou por vir pela mão do DC, e é isso que interessa.
A CASA DO MENINO ‘TONY’
Uma semana depois da visita ao Estado-Maior General das Forças Armadas, o CEMGFA António Indjai convida o Ramos Horta a visitá-lo no seu ‘estado’ – Mansoa, 60 kilómetros a Norte da irrequieta capital, Bissau. Uma visita ainda fresca na memória da minha fonte. «Nesse sábado, fomos à casa do Indjai, em Jugudul», recorda, e remata de seguida «foi uma palhaçada autêntica!. Ele (o Indjai) mostrou-lhe (ao Ramos Horta) apenas o que lhe quis mostrar - a zona junto da casa e uns 30 metros de terreno, mostrou-lhe um depósito de água, uma mangueira e nada mais. Quando depois viemos embora, o Ramos Horta estava todo contente, que afinal o Indjai era boa pessoa, um coitadinho...», diz indignado.
O MAU DA FITA
O problema, agora, é saber se o país tem condições para organizar as eleições gerais marcadas para março próximo. O meu interlocutor corta-me a palavra e dispara: «Se não houver eleições em março (é a hipótese mais provável) o Ramos Horta ficará mal na fotografia. Muito desfocado mesmo», vai avisando.
Mas como é o Ramos Horta em Bissau, a trabalhar? Peço à minha fonte, que o conhece bem, que aponte um dos piores defeitos do timorense e Nobel da Paz: «Ramos Horta não dá ouvidos a ninguém! Acho que de uma forma geral, os guineenses ficaram desiludidos com ele. Não me desiludiu muito, eu já não acreditava nele e nem criei muitas expectativas sobre a sua vinda.»
Ramos Horta, no entender da nossa fonte, «veio com uma agenda própria, pensando que vinha para Bissau fazer um brilharete.» Mais grave ainda são as insinuações que se seguem: «Pensou que estava a lidar com os combatentes do tempo da guerra, só que esses, ou já não estão cá, ou os poucos que estão já não são o que eram. Eu próprio dei-lhe alguns briefings sobre a situação, sobre os militares, sobre o Indjai, mas ele achava sempre que nós estávamos a inventar.» AAS
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
EXCLUSIVO DC: A VERSÃO DA UNIOGBIS
Ditadura do Consenso teve acesso exclusivo à versão oficial dos factos ocorridos em Buba, que transcreve agora na íntegra:
«No dia 16 de Janeiro, por volta das 10h30, as instalações da UNIOGBIS em Buba foram rodeadas por elementos da POP e da Guarda Nacional (paramilitares). Segundo o Comissário da Policia local, teriam sido recebidas informações no sentido em que Cadogo Jr. se encontrava no interior destas instalações e como tal iriam proceder à sua detenção.
Apesar de insistentemente o pessoal das Nações Unidas ali de serviço ter negado tal acontecimento, o mesmo comissário tentou por várias vezes entrar dentro das instalações, juntamente com pessoal armado a fim de proceder a buscas.
Após várias explicações dadas pelos funcionários e depois de vários alertas feitos pelos mesmos em que as instalações em causa eram das Nações Unidas e que ao agir daquela forma as autoridades estavam a cometer uma série de infracções, foi então ordenado pelo respectivo comissário que se mantivesse o cerco às instalações. As instalações estiveram cercadas por um efectivo de cerca de 10 elementos armados de AK-47.»
E agora, Guineenses?
GUINEENSES: O Ditadura do Consenso NÃO mente
Depois de anunciado em exclusivo, pelo Ditadura do Consenso, eis a confirmação: CLIQUE AQUI
Os mentirosos são o CEMGFA ANTÓNIO INDJAI e o DABA NA WALNA
S.O.S GUINÉ-BISSAU: Sr. Ramos Horta, escreva rapidamente um relatório ao secretário-geral da ONU. Escreva hoje, não deixe para a próxima segunda-feira. Escreva agora, e diga ao Ban Ki-Moon simplesmente que você NÃO consegue, e não que não queira. Diga-lhe que você NÃO tem mão na tropa, que ninguém tem. Explique-lhe como se estivesse a falar para um catraio de 10 anos de idade - mostre-lhe que tudo é TRANSVERSAL ao próprio país. Diga-lhe que a Guiné-Bissau precisa de ajuda agora. Já! Mexa-se, Sr. Ramos Horta, caso contrário vai sobrar para si. Mais um conselho: dê mais ouvidos ao seu staff e, sobretudo, àqueles que lhe dizem as verdades... AAS
DROGA: Verdade, ou consequência da realidade?
«Caro amigo,
Aproveito para te enviar em anexo um artigo que "choca" qualquer guineense, e porque a PATRIA é a MAE, sentimo-nos humilhados quando a nossa MAE é insultada. Este artigo foi publicado hoje "Vendredi dia 17 Janvier 2014" no diário senegalês ENQUETE.
Lamentavelmente, o país não tem capacidade interna no campo da comunicação/informação para contrariar este tipo de noticias/artigos. Consequências. Assim vai indo a campanha de despromoção, aos olhos de quem devia bater as mãos na mesa e dizer basta!, nós somos um Estado.
Portanto, é evidente que neste ritmo de desrespeito que somos alvos nesta sub-região, nenhuma eleição poderá limpar a nossa cara e a imagem da Guine Bissau, principalmente neste momento em que muitos valores humanos estão espalhados...Enfim, boa leitura. Se for pertinente publica no Blog...para partilhar este triste artigo.
Mantenhas e um abraço»
EXCLUSIVO: Militares invadiram escritórios da UNIOGBIS em Buba...à procura do Carlos Gomes Jr...
O Escritório do Gabinete das Nações Unidas para a Consolidação da Paz (UNIOGBIS) em Buba, região de Quinará, foi invadido ontem por militares fortemente armados com AK-47, a mando do CEMGFA António Indjai.
Tudo aconteceu ontem, por volta das 10 horas, quando um grupo de cerca 15 homens armados, entre as quais militares e elementos da Guarda Naciona, se dirigiram às instalações do UNIOGBIS argumentando que têm informações que dão conta que o Carlos Gomes Jr. estaria escondido naquele escritório.
Segundo fontes fidedignas, o caso gerou uma enorme confusão e pânico no seio da população da cidade de Buba e dos proprios funcionários locais de UNIOGBIS, com o receio de eclodir de novo conflito armado.
Nas ultimas três semanas, os Serviços de (Des)informação do Estado (SIE) de António Indjai, tem alimentado boatos e desinformações sobre possivel regresso de Carlos Gomes Jr., por via terrestre, tendo a zona sul do país apontado como possivel ponto de entrada. Estas falsas noticias estiveram na base de criação de check points em todo o território nacional, sobretudo na zonal sul, revistando viaturas inclusive de Ramos Horta (ver notívia DC).
Esta é mais um, entre vários outros actos deliberados de violações da imunidade diplomática das instalações das Nações Unidas em Bissau. A invasão e retirada forçada de Bubo Na Tchuto no caso 1 de Abril de 2010, o espancamento brutal dos manifestantes contra golpe de estado em 2012, em frente das instalações do UNIOGBIS, são apenas exemplos da determinação de CEMGFA António Indjai para concretizar o seu objectivo principal que é consolidar o seu regime ditatorial e instalar o caos na Guiné-Bissau.
Agora resta saber qual será o sermão de Ramos Horta perante mais um caso grave que atenta contra a sua própria segurança e dos seus funcionários. AAS
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
ELEIÇÕES(?) 2014: Bofetada sem mão
Portugal vai "fornecer material, incluindo boletins de voto, em apoio às eleições presidenciais e legislativas de 16 de março" na Guiné-Bissau, anunciou hoje a embaixada portuguesa na capital guineense.
O apoio surge "em resposta à solicitação apresentada" e dele foi já dado conta à Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau, em reuniões realizadas na quarta-feira em Bissau e Lisboa, refere a representação diplomática, em comunicado. À semelhança do ocorrido noutras eleições, Portugal vai "fornecer material, incluindo boletins de voto".
O trabalho será feito em coordenação com "a estrutura das Nações Unidas na Guiné-Bissau, aguardando-se mais informação por parte da Comissão Nacional de Eleições quanto ao material necessário, tendo em conta os compromissos já assumidos por doadores internacionais".
No comunicado, a embaixada portuguesa salienta que "a realização de eleições livres, justas e transparentes é da responsabilidade das autoridades de transição guineenses".
"Portugal continuará, tanto a título nacional, como em conjunto com os seus parceiros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e da União Europeia, a apoiar a realização das eleições gerais de 16 de março", sublinha o documento.
O sufrágio é classificado como "um passo essencial para o retorno à ordem constitucional na Guiné-Bissau, nos termos das relevantes resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e suas subsequentes Declarações". As eleições serão as primeiras depois do golpe de Estado de abril de 2012.
Cavaco Silva apela à «normalização»
O Presidente da República de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, apelou hoje à normalização da situação política na Guiné-Bissau, considerando fundamental o restabelecimento da ordem constitucional e a realização de eleições "livres e justas". Lamentando que "a questão preocupante" da Guiné-Bissau perdure, Cavaco Silva reconheceu que o relacionamento de Portugal com aquele país africano continua condicionado pelas consequências do golpe de Estado de Abril de 2012
"É fundamental que a situação política seja normalizada, com o retorno à paz, o restabelecimento da ordem constitucional, com a realização de eleições livres e justas e a subordinação do poder militar ao poder civil democrático", defendeu o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, numa intervenção na cerimónia de cumprimentos de Ano Novo do corpo diplomático acreditado em Portugal, que decorreu no Palácio de Queluz.
Lamentando que "a questão preocupante" da Guiné-Bissau perdure, Cavaco Silva reconheceu que o relacionamento de Portugal com aquele país africano continua condicionado pelas consequências do golpe de Estado de abril de 2012. Contudo, acrescentou, "mantivemos, em permanência, a ajuda humanitária ao povo guineense e a estreita colaboração com as Nações Unidas, a União Europeia e a CPLP (Comunidades dos Países de Língua Portuguesa), bem como com a União Africana e a CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental)".
Na sua intervenção, o Presidente da República fez ainda referência ao "interminável" conflito na Síria, considerando "urgente" que a comunidade internacional prossiga os seus esforços para que seja alcançada uma paz duradoura, baseada numa solução pacífica. "O número de vítimas, pessoas deslocadas e refugiados faz daquele conflito um dos mais graves desastres humanitários do nosso tempo", frisou. LUSA
"É fundamental que a situação política seja normalizada, com o retorno à paz, o restabelecimento da ordem constitucional, com a realização de eleições livres e justas e a subordinação do poder militar ao poder civil democrático", defendeu o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, numa intervenção na cerimónia de cumprimentos de Ano Novo do corpo diplomático acreditado em Portugal, que decorreu no Palácio de Queluz.
Lamentando que "a questão preocupante" da Guiné-Bissau perdure, Cavaco Silva reconheceu que o relacionamento de Portugal com aquele país africano continua condicionado pelas consequências do golpe de Estado de abril de 2012. Contudo, acrescentou, "mantivemos, em permanência, a ajuda humanitária ao povo guineense e a estreita colaboração com as Nações Unidas, a União Europeia e a CPLP (Comunidades dos Países de Língua Portuguesa), bem como com a União Africana e a CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental)".
Na sua intervenção, o Presidente da República fez ainda referência ao "interminável" conflito na Síria, considerando "urgente" que a comunidade internacional prossiga os seus esforços para que seja alcançada uma paz duradoura, baseada numa solução pacífica. "O número de vítimas, pessoas deslocadas e refugiados faz daquele conflito um dos mais graves desastres humanitários do nosso tempo", frisou. LUSA
Luís Vaz Martins: Militares pensam que são "donos da história" na Guiné-Bissau
O presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) considerou hoje que os militares assumem-se, "de forma algo paternalista", como "donos da História e do presente" na Guiné-Bissau, contando com uma classe política "muito pobre" para dominar o país.
Falando aos jornalistas à margem da 1.ª Conferência Internacional sobre Políticas de Drogas nos Países Africano de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), que termina hoje na Cidade da Praia, Luís Vaz Martins considerou que esta situação leva a que a classe castrense guineense não queira largar o poder.
"A Guiné-Bissau passou por um período complicado para ser independente, tendo como palco o seu próprio território. Não houve preparação para a fase de transição. Acredito que os militares sempre dirigiram o país, numa primeira fase, às vezes com vestes civis, como foi o caso de Nino Vieira, que foi um militar", explicou. LUSA
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
PAIGC: Comunicado do projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”
Comunicado
A Coordenação Politica do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” vem através deste tornar público o seguinte:
Uma delegação da Direcção do PAIGC, conduzida pelo seu Secretário Nacional, solicitou os bons ofícios do Presidente da República de Transição para a procura de um clima de entendimento no seio do Partido antes da realização do seu VIII Congresso;
Satisfazendo o pedido e com a colaboração dos Representantes do Secretário-Geral das Nações Unidas e da União Africana, o Presidente da República de Transição encetou contactos com todos os candidatos à liderança do PAIGC e com os órgãos dirigentes do Partido, concluindo esta missão de bons ofícios com a marcação de uma reunião de trabalho tendo em vista a negociação e assinatura de um Pacto de Entendimento e de Não-agressão entre todas as partes envolvidas;
Uma delegação do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”, chefiada pelo camarada Braima Camará e outros convidados responderam ao convite e compareceram na reunião no local e hora marcados;
Estranhamente, a Direcção do PAIGC, e os candidatos da Aliança primaram pela ausência e numa carta endereçada a Sua Excelência o Presidente da República de Transição, o Presidente em Exercício do PAIGC acusando-o de estar a imiscuir-se nos assuntos internos do Partido, instando-o a suspender todas as diligências em curso, e reclamando para si a exclusiva responsabilidade pela condução dos assuntos do Partido, entre os quais a organização do Congresso;
Perante esta situação, a Coordenação Politica do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”, após uma aturada e responsável reflexão, decide:
Manifestar a Sua Excelência o Presidente da República de Transição a sua total solidariedade, agradecendo e felicitando-o pelo seu empenho corajoso e patriótico na procura de soluções que promovam o diálogo e o entendimento dentro do PAIGC;
Felicitar e agradecer à comunidade internacional, nomeadamente, os Representantes do Secretário-Geral das Nações Unidas, da União Africana, da CEDEAO, da União Europeia e de países amigos, pela sua presença, disponibilidade e esforços permanentes no acompanhamento da situação política, económica e social do país, e da evolução da situação interna no PAIGC;
Condenar veementemente a atitude irresponsável de alguns elementos da Direcção do PAIGC que sem prévia deliberação dos órgãos estatutários competentes, dirigiram a carta acima referida que pode ser considerada ofensiva da honra e reputação do Presidente da República de Transição e demais parceiros internacionais envolvidos neste processo;
Assegurar aos dirigentes, militantes e simpatizantes do Partido e ao povo guineense, em geral, que o Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” tudo fará para que o PAIGC realize atempadamente o seu VIII Congresso Ordinário e participe condignamente no próximo pleito eleitoral marcado para 16 de Março próximo.
Bissau, 15 de Janeiro de 2014
A Coordenação Politica
Excelente notícia
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) acatou o pedido de recomendação da Defensoria Pública da União (DPU) em São Paulo, que propôs que a validade do visto temporário dos alunos estrangeiros seja de acordo com a duração do curso em que estão matriculados no Brasil.
Assim, estrangeiros matriculados em faculdades em todo o Brasil não precisarão mais renovar seus vistos temporários, como previsto no artigo 13, inciso IV da Lei 6.815/80. Eles apenas deverão comprovar anualmente sua matrícula na instituição de ensino e seu aproveitamento escolar, não necessitando passar pelos trâmites exaustivos da Polícia Federal.
A renovação do visto apresenta dificuldades para o aluno, pois ele precisa comprovar seus estudos no Brasil e sua ligação com a instituição mantenedora de seu país de origem, mas com a demora de emissão de documentos e devido aos prazos diferentes das instituições, o aluno é prejudicado e muitas vezes não consegue renovar seu visto a tempo. Sem a regularização, o estudante não pode efetuar sua matrícula e manter sua bolsa de estudos. Tem mais AQUI
O contrário da inveja
"‘FOGO AMIGO’
15 Anos do semanário «O Independente», no editorial do jornal «Lusófono»
Ode a O Independente*
Nasceste a 20 de Maio de 1988 e fazes agora 15 anos. Assim, entendi ser de singular justiça dirigir-te umas palavras. Aquelas palavras de circunstância, próprias para estas ocasiões. Três dos meus treze anos que já levo de Portugal foram vividos na tua redacção. Durante esses dois anos deste-me a felicidade que nunca encontrei em Portugal (a felicidade é apenas um estado passageiro que não se renova). Pela parte que me toca, quero dizer-te apenas que foi uma honra ter servido sob as tuas ordens.
És independente e basta. Que outro jornal, em Portugal, pode ter uma secção como o ‘Joke Mail’? Que outra redacção pode orgulhar-se de ter no seu seio gente tão simpática e afável? Sabes, ainda me lembro do nosso primeiro contacto. Foi em Bissau, a quatro mil quilómetros de distância, na biblioteca do Centro Cultural Português na rua Cidade de Lisboa. Consumia-te devagar. Sem pressas nem atropelos. Eu era feliz assim.
Hoje, poder-lhe-ia chamar de ‘Fogo Amigo’, por teres sido importante na minha formação. Quase que aprendi a ler contigo! Foi precisamente desse ‘Fogo Amigo’ que surgiu o bichinho do jornalismo, até te conhecer pessoalmente. Foi amor à primeira vista. Nesses três anos vi-te correr mundo tanto para contar uma guerra, quanto para descrever um paraíso escondido. Tudo com a mesma abordagem.
“Qualquer ‘Indígena’ leva uma ‘Vida de Cão’, por mais que sejam as ‘Independências”. Mas, ‘Por Outro Lado’, o ‘Cãotraste’ pode acontecer. Para isso é preciso que se tenha ‘Um Parafuso a Menos’. Digam o que disserem, todos lemos o ‘Independente’ no ‘Prime Time’ que nós mesmos escolhemos. ‘O Independente’ é o melhor jornal de Portugal porque é ‘Portugal no Seu Melhor’.”
Tu não te vendes mas continuam a querer comprar-te. Numa banca perto de qualquer um de nós.
António Aly Silva
Jornalista
Director do quinzenário 'Lusófono'"
*Que não depende de outrem; livre; adverso à tirania; com leis próprias.
Dicionário Universal da Texto Editora
OPINIÃO: Carta para o Fernando Ka
Um conselho e umas perguntas ao senhor Fernando Ka:
Conselho: fique calado! Você é uma das últimas pessoas que pode ou deve falar mal dos guineenses pois tudo o que é ou tem hoje foi duma forma directa ou indirecta em NOME DA GUINÉ-BISSAU e dos GUINEENSES.
Deixe falar os que fizeram e fazem algo pela nossa PÁTRIA QUERIDA. Lendo o seu texto pensei: ele esta a falar dos seus GEMEOS !!! reparou que há frases em que você falava literalmente de si mas referindo-se aos outros? Duma forma diferente você fez e deve continuar a fazer a mesma coisa ao povo guineense. A única diferença é que você o faz em Portugal e eles na Guiné-Bissau, por isso não tente você “cobrir o sol com a peneira”.
PERGUNTA 1: quem foi que lhe elegeu Presidente ou Dirigente (como se identifica agora, pois em 1987/88 referia-se como «o Presidente») da Associação Guineense de Solidariedade Social?
Pergunta 2 - As casas sociais que foram atribuídas à associação guineense pela câmara de Lisboa com o fim de acomodar os doentes que vinham da Guiné-Bissau durante o período de tratamento, o que são feitos delas? Do meu conhecimento, eram 3 apartamentos no Bairro da MADRE DE DEUS! Quer que eu lhe refresque a memoria? então cá vai: um apartamento foi dado a uma amiga minha que vivia já em Lisboa há anos, eu levei-a à associação para receber gêneros alimentícios e depois dumas semanas já era sua namorada, e assim foi viver para um dos apartamentos e logo de seguida mandou vir a mãe da Guiné-Bissau e a quem você deu também um apartamento, não foi? Não sei se ainda hoje lá vivem mas viveram por mais de uma década e não eram doentes vindos da Guiné-Bissau.
Pergunta 3 - Quantas jovens como eu deram no duro para a formação da associação com promessas de um emprego na associação e que na volta depois de tudo concretizado foram jogadas ao lixo por não caírem na sua gracinha?
Pergunta 4 - Como é que explica ser o "Presidente" da associação deste o primeiro dia até à presente data? Será um cargo vitalício? Pelo menos parece pois você já lá está há pelo menos 27 ou 28 anos...
Pergunta 5 - Por acaso ainda se lembra da sua participação no programa da SIC em 2002 - os "Gregos e Troianos"? O que você defendia ainda se lembra? O programa era sobre se "Portugal devia ou não deixar entrar mais emigrantes"... Por esta e por outras quando falar fale em seu nome evite frases como "Por isso venho, em meu nome próprio e no da comunidade imigrante guineense, que tenho servido com toda a dedicação."
Pergunta 6 - Já não é deputado suplente em Portugal? E porque foi eleito, lembra-se? Até isso você deve ao Povo guineense.
Acredito que aqui nesta frase pensou na sua pessoa: "Aliás, os guineenses habituaram a comunidade internacional a cenas em nada dignificantes para o país."
Engraçado... condena tanto os guineenses mas faz tudo à nossa maneira, até "noiba" foi buscar à Guiné-Bissau, uma que na altura era muito mais nova que você, não a conhecia de lado nenhum (como fazem hoje os corruptos) mas foi obrigada a aceitar pois vinha consigo a Portugal, os pais iriam receber alguns trocos etc... Quantos anos aquilo durou? Igual aos anos que duram os casamentos dos seus gêmeos na Guiné-Bissau.
Não sou de grandes escrituras por isso faço minhas as suas palavras com a diferença nos "sujeitos" onde você se refere aos governantes da Guiné-Bissau, eu refiro o Fernando Ka...
Não preciso me identificar pois sabe quem sou, a não ser que tenha uma curta memória. Fui eu e mais duas colegas, que em 1987/88 andamos em todos os bairros degradados de Lisboa (de porta em porta) à procura de cidadãos da Guiné-Bissau para recensear e assim poder-se formar uma associação guineense em Portugal.
Obs.: O Fernando Ka elegeu-se presidente dessa associação guineense e nunca houve nenhuma eleição e todas as que alguma vez fingiu fazer foi tudo falcatrua pois ele era sempre o único candidato e, obviamente, o vencedor.
F. C.»
CADOGO no México
COMUNICADO DE IMPRENSA
Centro para as Relações Transatlânticas reúne-se de 15 a 17 de Janeiro no México
INICIATIVA DA BACIA DO ATLÂNTICO
O ex-primeiro-ministro da Guiné-Bissau Carlos Gomes Júnior foi convidado pelo Centro para as Relações Transatlânticas (CTR), da Universidade Johns Hopkins, para participar na próxima reunião da "Iniciativa da Bacia do Atlântico" que irá ocorrer entre os dias 15 e 17 de Janeiro, em Veracruz, México.
Neste encontro, estarão presentes diversas personalidades de relevo internacional, como o ex-primeiro-ministro espanhol José Maria Aznar, impulsionador desta iniciativa, o antigo Secretário-geral da União Africana Jean Ping e o ex-presidente da República Federativa da Nigéria Olusegun Obasanjo (ver programa da reunião em anexo).
O Centro para as Relações Transatlânticas dedica-se a estudar, envolver e interagir, numa plataforma que envolve diversas personalidades do Atântico Norte e do Atlântico Sul, de forma a encontrar formas de parceria. Anualmente, reúnem-se na iniciativa da Bacia do Atlântico para encontrar formas de trabalhar mais eficazmente em conjunto com outras nações do Atlântico.
A Iniciativa da Bacia do Atlântico é liderada pelo ex- Presidente do Governo de Espanha José Maria Aznar e pelo Director Executivo do CTR Dan Hamilton. É apoiado por uma variedade de fundações, governos e dadores privados.
Em 2013, o Centro para as Relações Transatlânticas reuniu-se em Luanda, Angola (Junho) e na República Dominicada (Janeiro). No ano anterior, o encontro foi em São Paulo, no Brasil.
Lisboa, 15 de Janeiro de 2014
Breves, e más
Apoio da candidatura de Kumba Yalá a Nuno Nabian provoca polémica no PRS
Jornal: Expresso Bissau
No entender de Kumba Yalá chegou o momento dos guineenses apostarem mais nas figuras idóneas, capazes de trazer a paz e tranquilidade e evitar de entrar nos jogos de amigos, porque este tipo de política vai afundar o país. Kumba Yalá admitiu que não podemos cometer os mesmos erros do passado, portanto, do seu ponto de vista, deve ser aberta uma nova era da política com ambição e visão diferente.
Assim sendo, apelou ao povo guineense para votarem no candidato independente Nuno Gomes Nabian, “quem votar neste candidato não vai arrepender” assegurou Kumba Yalá. Foram as decisões e as frases que caíram que nem uma bomba no seio dos renovadores que dois dias depois convocaram uma reunião magna da comissão política, onde a maioria dos presentes declinaram veementemente o apoio de Kumba Yalá a candidatura de Nuno Nabian às presidenciais.
Na cerimónia de apoio a Nuno Nabian, Kumba Yalá fez graves acusações aos dirigentes do PRS considerando-lhes não terem condições políticas neste momento para dirigir e abraçar os novos desafios que Guiné-Bissau enfrenta, chamando-lhes corruptos etc…
No entanto a actual direcção do PRS não ficou de braços cruzados e declarou a guerra total ao fundador do PRS Kumba Yalá.
Populares do círculo eleitoral 24 denunciam alegadas irregularidades no processo do recenseamento
Rádio Bombolom
Os populares do bairro de Rossio, círculo eleitoral 24 denunciam alegadas irregularidades no processo do recenseamento eleitoral que estão a ser levadas acabo pelos agentes de brigada de recenseamento.
Bambo Sanha, um dos moradores deste bairro considera de pior esta segunda fase em relação a primeira, uma vez que que os agentes recenseadores sempre queixam de falta de materiais. Este cidadão exorta GTAPE e o ministro da tutela no sentido de colocar a disposição dos agentes recenseadores materiais suficientes no sentido de responder afluência dos eleitores.
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