sábado, 19 de outubro de 2013

Ameaças...


A comunidade internacional vai disponibilizar importantes ajudas financeiras à Guiné-Bissau se as próximas eleições gerais "correrem bem" e delas saírem um governo capaz e um presidente reconciliador, afirmou hoje o representante da ONU no país. "Se as eleições correrem bem, a Guiné-Bissau vai surpreender-se com os apoios que vai receber da comunidade internacional", referiu José Ramos-Horta. O responsável falava no encerramento da segunda conferência do Instituto Nacional da Defesa da Guiné-Bissau, sobre a relação entre civis e militares. Ramos-Horta informou os presentes que até o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, já prometeu deslocar-se à Guiné-Bissau para presidir a uma mesa redonda de doadores para angariação de fundos para reconstrução do país.

A União Europeia, através do presidente da comissão, Durão Barroso, também já terá manifestado a mesma intenção de participar e apoiar a recolha de fundos, sublinhou. No entanto, Ramos-Horta pede que as eleições tragam um "governo de largo consenso", em que participem todos os partidos e que tenha como tarefa principal a reorganização de todo o aparelho estatal.

Ao presidente que sair das eleições, o representante da ONU pede que seja "uma pessoa reconciliadora" e que "não entre em disputas ou antagonismos" com o primeiro-ministro. "Se não for assim, mesmo com as eleições, continuarão a ter salários por pagar aos professores, falta de luz, falta de água", entre outros problemas, observou Ramos-Horta, salientando ainda que a Guiné-Bissau vai precisar de importar técnicos internacionais.

"A minha receita é simples: chamem técnicos internacionais para vos ajudarem na reorganização do Estado", exortou José Ramos-Horta, pedindo aos militares que deixem os políticos organizar o país. Para o Premio Nobel da Paz, em vários países do mundo os militares às vezes pensam que conseguem governar melhor que os políticos. "É errado", destacou, referindo que o papel de um militar não é governar, mas "defender a integridade territorial e a soberania nacional", enfatizou José Ramos-Horta. LUSA

Mandinti: tsé-tsé


«Está-se a cometer um grande equívoco. Falar mal dos militares golpistas, que estão a oprimir o povo guineense, denunciar as atrocidades que estão sendo cometidas como espancamentos gratuitos, abuso do poder dos militares e a má governação, não é falar mal da Guiné e dos guineenses. Denunciar é preciso e a tarefa do Aly é nobre. Nunca confundas o povo guineense com os atuais detentores do poder na guine!»

Anónimo

«Francamente, eu admiro – pela negativa, claro! — este Mandinti; uma pessoa que se reserva o direito de se auto-intitular de “pensador guineense”. Para o Mandinti, o herdeiro legitimo da verdade é ele mesmo; qualquer ideia, sugestão, ponto de vista diferente, análise vinda de qualquer ponto geográfico que não coincida com a sua posição geográfica, então tudo torna-se inválido. Ele, mas só ele é que estava, está e sempre estará certo. O coitadinho ainda não se apercebeu de que, não é atrofiando-se quão uma figura minúscula e atrás duma serie de teclados debitando insanidades é que se defende um povo, pelo contrário, defender um povo sofredor como o da Guiné-Bissau, é muito mais que isso.

Continue dormindo Mandinti, no teu sono quase que eternal, pois no teu acordar, não sabes a surpresa que a realidade do mundo real e não virtual te reservará. Já agora, para o Mosca (T)7zé, um outro sonhador, mergulhado num sono cibernético; para quando a implementação do vosso governo de salvação nacional, onde o Mandinti foi proposto por si a ocupar o cargo de Primeiro Ministro de Salvação? Ai Deus!!! Se o ridículo matasse! Mas é melhor assim, para nos poupar de muitos choros. Enfim...
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Anónimo

«Estava a ler este seu post, e tudo nele me fez recordar o Titanic! E nele você tem um papel curioso! O meu caro continua a dirigir com vigor a orquestra enquanto o navio afunda. Triste alegoria dirá você, muito mais triste direi eu, porque já vejo corpos espalhados pelo “mar” da minha terra. Danos colaterais dirá você, vidas humanas digo eu. O outro, dizem que mandou matar políticos, estes matam o povo, de fome, de doença, de tráfico de órgãos, de vingança, de ódios étnicos. De um lado ou do outro são vidas humanas! E você continua a mandar a orquestra tocar!»

Marcelo Marques

Mandinti: suicida-te


«O Mandinti é vítima da sua própria infantilidade e ainda morrerá engasgado de tanta inveja e ciúmes. Durante muitos anos reclamou o estatuto de único crítico e promotor da Guiné-Bissau pelo mundo, vangloriou-se da ausência de meios de informações sobre este pequeno país. Mas como sempre, o tempo desengana os prepotentes e arrogantes por ignorância, o nosso país se viu premiado com inquestionável talento e capacidade metamorfoseado do ser humano António Aly Silva - dele ninguém tem dúvida do seu sentido de patriotismo demostrado em diferentes campos de exercício da consciência do que é cidadania.

Surgia ou ressurgiu o que hoje se tornou a referência da luta pela liberdade num país onde não se aprende nenhum outro valor a não ser de ódio, bajulação, inveja e demagogia. O Mandinti propositadamente incorporou estes valores e vai além, desenvolveu um complexo raro entre os filhos deste país. Como todos nós sabemos, Mandinti sempre se dizia repudiar os atropelos ao Estado de Direito, foi crítico intransigente ao regime do 'Nino', não dava espaço nem para o homem respirar, denunciou e promoveu campanhas contra quase todos os regimes na Guiné-Bissau, assumiu-se inimigo número 1 de todos.

O trabalho que por outro lado António Aly Silva fez e muito bem. O estranho agora é, porque o Mandinti acha que o Aly não é patriota ao estar a informar ao mundo o que se passa na Guiné? Muito estranho ainda é, com a situação atual do país que todos reconhecem ser pior de toda história do nosso povo, porque o Mandinti mantém se silencia e tentando calar as vozes denunciantes? Ou o Mandinti acha que está tudo bem, as coisas vão andando? Chega de falsidade e rivalidades infantis, ponham ciúmes profissionais de lado. Tenha vergonha na cara Mandinti
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Carlos, Paris

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Mandinti: Morre bem


«A inveja é um mecanismo de defesa que pomos em actuação quando nos sentimos diminuídos no confronto com alguém, com aquilo que tem, com o que conseguiu fazer. É uma tentativa desajeitada de recuperar a confiança, a estima de nós próprios, minimizando o outro, escreveu FRANCESCO ALBERONI, no seu “Os Invejosos”. «Um dos maiores segredos da vida», diz, é «saber como reduzir a força da inveja.» Tal redução passa sempre «pela distância e pela força vital do movimento progressista do invejado. Este deve ter sempre presente a possibilidade de “viajar com saúde vital” ao longo da vida».

Mandinti: sintoniza o rádio


«Que mal tem uma entrevista do Jornalista Aly Silva, num meio de comunicação de um país onde há liberdade de expressão e civismo? Não entendo porque o Aly não pode falar de vários temas e ter opiniões pessoais quer concordamos com elas, ou não. Se não identificamo-nos com a sua abordagem nesta entrevista apenas devemos desligar o rádio, ponto e final.

Certamente, se hoje em Bissau, não fosse o FASCISMO instalado cuja a sentença de empreender uma voz “sátira” ao sistema é a morte ou tortura que te deixa à beira da porta do cemitério, as nossas rádios de todo o canto do país estariam superlotadas, por gente anónima que ia dizendo o que lhe vem na alma.

Claro que a postura do Aly dói, para quem a todo o custo queira defender o insustentável, são indefensáveis porque os resultados da podridão, a anarquia e o caos está a vista de todos. O Aly é “bloguista”, tal como muitos o são, e não é pecado. Não considero que o Aly seja um burro com um modem. Aliás, os títulos podem não servir de nada e quando se trata da Guiné-Bissau pior é, com tantos senhores doutores hoje na nossa sombria e mal cheirosa praça reduzidos à mendicidade.

Que Aly aproveite e fale o que lhe vai na alma, muitos guineenses o querem fazer e não podem, que tire tudo fora antes que morra de um enfarte. Pense Aly que o Masta Tito não teve a mesma sorte, aproveite, rapaz e que tudo corra bem.
»

D.S.B

Mandinti: estás a morrer aos bocados, pá


«Os violentos são os que tiranizam os guineenses que até têm medo de ir à casa de banho. Basta já de hipocrisia e de um nacionalismo medíocre que em 40 anos só nos levou a miséria e autodestruição do próximo. Basta já de um ódio com mistura de inveja, para os que têm capacidade de se organizar e não são diabos pobres de espirito.

Talvez um dia tudo isto acabará, duvido, neste país que conheço em que a maioria não tem cultura de trabalho, esforço e abnegação. A busca de bodes expiratórios e não olhar sequer uma vez na vida pelo umbigo, são os que vão dividindo o povo guineense em retalhos, porque não conseguem ultrapassar a tanta maldade e inveja que por dentro lhes matam aos bocados.
»

Djuma Salifo Baldé

Mandinti: daqui 'o maior'


«Olha, senhor Mandinti,

Pedir respeito pela Guiné-Bissau até compreendo, mas misturar isso com a entrevista do nosso mais galardoado bloguista é um erro. É um erro simplesmente, porque no debate não estará sozinho, mas sim acompanhado de outras duas pessoas e o tema não é Guiné-Bissau.

Pelo que eu saiba, sempre num debate tem que ter mais que uma pessoa e daí teremos opiniões diferentes em ambas as partes. Acho que a entrevista do Aly no exterior, tanto em Portugal como em Cabo Verde devia ser orgulho nacional, não ao contrário com dores de cotovelo. Nós Guineenses de Bissau gostamos de criticar, mas às vezes sem razão, ou porque não conseguimos a concorrência levamos a analisar ao contrario
»

Umaro Baldé

Mandinti: netatu


«Esta é uma campanha desencadeada pelos intelectuais golpistas para calar as vozes que se levantam para denunciar as atrocidades que estão sendo cometidas pelos militares e governo golpista. Há uma diferença muito grande entre falar mal dos golpistas e denunciar a situação que se vive na Guiné-Bissau, e falar mal do povo guineense e da Guiné-Bissau.»

Nanthoy

«Parvoíce de artigo, mesmo ao jeito do Mandinti. Cara, mete nessa sua cabeça oca que nem sempre o que achamos é. Discurso retrógrado que em nada ajuda o guineense a se desenvencilhar dos dogmas do partido luz e guia do nosso povo. Toma juízo.»

Artur

Mandinti: kai na baleta


«Tanto o Aly como qualquer outro do mundo virtual tem alguns defeitos, mas o facto de ter sido uma escolha da imprensa de qualquer pais não pode constituir motivo de tanto ódio e ira contra ele. O porquê disso? Inveja?, ou uma tentativa de desviar as atenções? Qual é o problema de dar opinião à imprensa, seja qual for o pais? Alguém pretende condicionar a agenda da imprensa cabo-verdiana?

Eu quero apenas dizer ao Aly, que há pessoas que elegeram o Nino Vieira e o CADOGO como razões das suas lutas, e depois destes desaparecerem da cena política, acabou a luta. Já não condenam nada, já não pronunciam nada, já são surdos e mudos.
»

Basta General António Indjai

Mandinti: o da dor de corno


«Cabo Verde é um ESTADO DE DIREITO, onde não existe censura, nem perseguição ou tortura/violência por delito de opinião. Assim como o sr. Mandinti tem o direito de apoiar os golpistas, violadores dos direitos humanos, destruidores das instituições e da esperança de um povo, o Aly pode ser entrevistado pelos órgãos de comunicação social de Cabo Verde. Venha a Cabo Verde e terá espaço para defender os golpistas. Não fique amuado e chateado por Cabo Verde ser um país Livre e democrático.»

José Rocha

Coisa de doidos: José Ramos-Horta, envia mensagem de "condolências" ao Presidente da Nigéria


Mas, algum dia, o Ramos Horta enviou telegrama de condolências aos familiares de cidadãos guineeses assassinados pelos que assumiram o poder ilegalmente na Guiné-Bissau? A estupidez tem limites. A bajulação, também! Ramos Horta, tem paciência!!! AAS

A minha resposta


ASSIM

António Aly Silva, na TCV


Conversa em Dia: Migrações e os focos de conflito em África

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Obrigado à Televisão de Cabo Verde, e à Jornalista Margarida Fontes. AAS

Mandinti: tens furúnculo no cotovelo


«Caríssimo Aly,

Deixares os teus afazeres da tua luta quotidiana para dares atenção a um frustrado da vida que não suporta a tua mediatização e que morre de inveja e tem ódio ao teu sucesso é um desperdício que a sua pequenez de pessoa não merece. Continua o teu caminho e a tua luta que nós estamos juntos contigo. Ele se quiser vangloriar a Guiné-Bissau, no estado em que esta com o regime de assaltantes do poder, que o faça por suas expensas pois com eles se identifica e muito.

Entre vocês, é como o sol e a manteiga: quanto mais brilhas mais ele se derrete... de inveja e de ódio. O teu sol, esse continuará a brilhar, cada vez mais intenso, alimentando com o seu raiar de esperança e perseverança o sonho de todos os guineenses, que é de ver o fim do regime hediondo instalado em Bissau.

Nhu mandinti, nhu figa kanhota.

OP
»

Mandinti: lava o cérebro


«Mais um disparate à... Dinguinho! Cabo-Verde, caso não saiba, é um país soberano, um Estado consolidado e democrático (e com liberdade de expressão/opinião)! Lá, rege-se pelo respeito ao direito à expressão e liberdade de pensamento das pessoas. Os órgãos de comunicação social funcionam de forma autônoma e sempre em obediência com aqueles princípios! Será que, é por não estarem habituados a tais liberdades é que vos leva a essa indignação toda? Ou, talvez, será pela pura ignorância?

Por acaso, o que se diz deste miserável pais chamado Guiné-Bissau, não corresponde a verdade? Valha-me Deus! Estou cada vez mais decepcionado com os Guineenses! Lixam tudo e enterram-se cada vez mais no charco por eles criado e, para o meu espanto, não admitem que se diga a verdade! Poxa...! Chato, hein?
»

Ntory Palan