quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

OPINIÃO: "Estranho é - foi - não estranhar"


O que parece estranho, mas estranhísssimo mesmo é e foi o facto do Presidente da República não ter estranhado a grande palhaçada institucional que aconteu quando o hemiciclo foi assaltado, quando a mesa da ANP foi usurpada.

Foi mesmo estranho quando não houve nem estranhamento quando um grupo de párias resolveu forçar a entrada na casa do povo.

Estranho foi ainda o facto de ninguém ter estranhado qundo um grupo de gentes traidoras da pátria resolveu assumir-se como pseudos representantes do povo ao ponto de legislarem remetendo documentos para homologação do órgão que só agora estranha.

Estranho é este comunicado de estranhesa que nunca estranha. Meu Deus! O JOMAV fazia um grande favor ao povo, se tivesse a hombridade, o patriotismo de renunciar ao cargo.

É que este presidente nem consegue disfarçar a autoria moral e estratégica desta crise.

Por favor sr. JOMAV, vá embora porque o senhor simplesmente não consegue estar a altura das funções para que foi investido pelo povo.

O Sr JOMAV é pela lei, garante de unidade nacional, da estabilidade e da constituição. Mas o que assistimos desde a sua investidura ou melhor o que nos tem garantido é (des)unidade nacional (des)respeito a constituição e desestabilização global do país.

O Jomav tem e deve partir.

Ass: Bongalaw da Verdade

PORTUGAL AVISA: Estabilização institucional na Guiné-Bissau é essencial


O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, defendeu hoje que a estabilização institucional e política na Guiné-Bissau "é uma condição absolutamente essencial" para arrancar com a cooperação internacional e para fazer "subir de nível" a cooperação portuguesa.

Santos Silva falava à Lusa, por telefone, no final da cimeira da União Africana, que decorreu entre terça-feira e hoje na capital da Etiópia, Adis Abeba. À margem deste encontro, o ministro português teve oportunidade de se encontrar com o seu homólogo guineense, Artur Silva, numa "longa reunião de trabalho" em que os dois governantes trocaram "impressões aprofundadas sobre a situação política que se vive" na Guiné-Bissau.

O chefe da diplomacia portuguesa reiterou o apelo à estabilização política e institucional naquele país, onde o parlamento retomou hoje atividade, após dez dias de suspensão por 15 deputados dissidentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) terem recusado acatar a perda de mandato de que foram alvo, depois de expulsos daquela força política.

Após dias de impasse, o Tribunal Regional de Bissau ordenou na quarta-feira que aqueles eleitos acatem a decisão e deixem a Assembleia Nacional Popular trabalhar, tendo o parlamento voltado a reunir-se hoje para aprovar o programa de Governo, já com novos deputados.

"A mensagem principal é a importância que têm os desenvolvimentos políticos no sentido de compromisso e entendimento entre os diferentes atores políticos na Guiné-Bissau, em particular ao nível dos diferentes órgãos de soberania, o Presidente, a Assembleia Nacional Popular e o Governo", defendeu Santos Silva.

O ministro português sublinhou que a estabilidade institucional é "condição sine qua non para que possa finalmente arrancar o grande programa internacional de cooperação". "A estabilização institucional é uma condição para que esse programa possa arrancar e também para que a cooperação portuguesa possa subir de nível", sublinhou.

Portugal, acrescentou, mantém cooperação bilateral com a Guiné-Bissau, em particular na área da educação, mas está aquém das possibilidades e vontades dos dois países.

"Evidentemente que o nível atual de cooperação bilateral entre Portugal e Guiné-Bissau é um nível demasiado baixo para o que são os laços históricos e as vontades recíprocas de ambos os povos e ambos os Estados. A estabilização institucional e política é uma condição absolutamente essencial para que possamos colaborar, seja a nível bilateral seja a nível multi-lateral, como a situação exige e o povo guineense merece", sustentou o governante. Lusa

UE METE TRAVÃO AO PR E DEIXA AVISO: Numa audiência conjunta ao corpo diplomático JOMAV deixou transparecer incomodidade e inquietação quando o representante da União Europeia, falando em representação de todos, advertiu o presidente para a eventualidade de se estar a expor ao ónus da crise – o que evitaria promovendo a sua resolução...

Nô Pintcha:



"Estamos aqui para comemorar mais uma Vitória da verdade e da razão contra a infâmia e a bandagem." Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC

DIRECTO DC/PAIGC: "Apelo a todos para que este sábado, dia 30, venham marchar para a paz, a democracia e para o bem estar do nosso povo e do nosso país. Viva a paz, viva a liberdade, viva a democracia, e que a paz reine no nosso país." DSP, fim do discurso

DIRECTO DC/PAIGC: "Na democracia, quando se tem 99,9% de gente a favor não podemos aceitar que venha 0,1% a querer contrariar! Mas digo que agora mais do que nunca temos de estar vigilantes e fechar os flancos para que não nos distraiam. Hoje, o PAIGC está são e vamos a manter essa convicção para não ficarmos doentes." DSP

Terra ranka


DIRECTO DC/PAIGC: "Só se fez a justiça! O PAIGC tem 57 mandatos e os mesmos votaram o programa para o qual foram eleitos. Pedimos a todos os órgãos de soberania a respeitarem as regras democráticas, é bom que se respeite a Soberania, a Constituição, e lembrar a todos que na democracia o Povo é quem ordena!" DSP

DIRECTO DC/PAIGC: "Antes de mais quero felicitar o camarada Carlos Correia, como Combatente pela liberdade, estendido a todos os membros do governo." DSP

DIRECTO DC/PAIGC: "Vamos dar os parabéns à ANP, pela confiança depositada no programa do PAIGC, assim como a todos aqueles que pensam bem para este país. Carlos Correia, primeiro-ministro da Guiné-Bissau



Dois homens, um destino comum: Fazer da Guiné-Bissau um país melhor para o seu Povo! Viva a República, viva a Democracia

DIRECTO DC/PAIGC: "Vamos continuar a criar condições ao nosso povo e desenvolver o nosso país. Este governo vai fazer tudo para corresponder às expectativas do antigo Governo e as promessas da mesa Redonda de Bruxelas. Esta Vitória de hoje vai aumentar o nosso ânimo, para melhor servirmos. E vamos continuar a peneirar o partido para poder estar limpo." Carlos Correia, primeiro-ministro da Guiné-Bissau

DIRECTO DC/PAIGC - Fala o PM Carlos Correia



Um senhor, o Engenheiro

DIRECTO DC/PAIGC: "Esta Vitória é nossa e custou-nos dias e noites sem dormir. Assim, ninguém tem o direito de interromper o destino deste povo e deste país." Califa Seidi, líder da bancada parlamentar do PAIGC

Ma DSP limpo boka dê?! kkkkkkk

DIRECTO DC/PAIGC: Chegaram o presidente do partido e o primeiro-ministro




"Estamos aqui para comemorar mais uma Vitória da verdade e da razão contra a infâmia e a bandagem." DSP

ÚLTIMA HORA/DIRECTO DC: Membros do Governo, deputados da Nação e militantes do partido, aguardam pelas declarações do Presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira. AAS

DIRECTO DC: Sede di PAIGC intchi kum


Manchester Gay: "Eu te questiono"... - Vai questionar os teus padrastos, pá! AAS

TRISTEZA: Bastou à ANP votar o programa para a presidência espumar...




NOTA: A Presidência da República NÃO MANDA na ANP. AAS

NOVES FORA...: 59 é maior do que 15 - ou não? Matemática di Boé... AAS

ANP/PROGRAMA DO GOVERNO APROVADO POR MAIORIA ABSOLUTA: 59 votaram sim, 0 contra, 0 abstenção. AAS

ANP: Deputados preparam-se para votar o programa do Governo do PAIGC, liderado pelo Engº. Carlos Correia. AAS

DIRECTO DC/ANP: "Obrigado por mais uma lição de imparcialidade e de justiça, para voltarmos tranquilos a esta casa do povo. A presença do Governo nesta sala, apresentando o seu programa, é nosso orgulho" DSP, presidente do PAIGC

DIRECTO DC/ANP: "O poder não se busca dentro da ANP, mas sim nas campanhas legislativas." João Badalao, deputado da UM

ANP: Deputados substitutos foram empossados



Foto: Rádio Jovem

ORDEM E PROGRESSO: Comandante ANTÓNIO NHAGA, grande operacional. Muito obrigado pela ordem imposta na ANP. AAS

ANP: Bom, os 57 deputados do PAIGC e os três dos outros partidos estão na sala, onde o PM já acabou de falar e pediu-se 15 minutos de concertação para depois o programa ser votado. AAS

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Isto é Democracia: Sem armas, Sem ódio, Sem violência. Guiné-Bissau pertence a cada um de nós - seus filhos. AAS

EXCLUSIVO DC: A decisão do Tribunal Regional de Bissau


O juiz decidiu, está decidido: "Deixem o parlamento funcionar"


O Tribunal Regional de Bissau exigiu hoje aos 15 deputados expulsos do PAIGC que acatem as perdas de mandato de que foram alvo e que, juntamente com a oposição, deixem a Assembleia funcionar.

Dirigindo-se ao "grupo dos 15" e aos eleitos do Partido da Renovação Social (PRS, oposição), o juiz Injolano Indi chama-os a "cumprirem integralmente a deliberação da Comissão Permanente da Assembleia Nacional Popular (ANP), criando condições para o regular funcionamento da Instituição", refere-se no despacho a que a Lusa teve acesso.

O juiz ordena ainda a "absterem-se de quaisquer atos que possam pôr em causa a integridade física e a vida dos demais deputados da Nação e dos cidadãos e seus bens".

A decisão surge em resposta a uma providência cautelar pedida pelo presidente da ANP, Cipriano Cassamá, depois de os 15 dissidentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) se terem recusado sair do hemiciclo no dia 15, quando iam ser substituídos por outros deputados.

Na altura, com o apoio do PRS, protestaram de forma ruidosa, obrigando à suspensão da sessão - à qual deram depois continuidade, à revelia da mesa, alegando ter formado uma nova maioria.

No pedido de providência cautelar, o presidente da ANP requereu a ajuda do tribunal para os deputados cumprirem com as decisões. Cipriano Cassamá justificou-se com a necessidade de o Parlamento voltar a funcionar normalmente e com o facto de as perdas de mandato não terem sido contestadas na justiça.

Entretanto, o vice-presidente da ANP, Inácio Correia, anunciou hoje que o Parlamento deverá reunir-se na quinta-feira de manhã para discussão do programa de Governo - ponto que tinha ficado em suspenso desde dia 15. Lusa.