terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

URGENTE/ALERTA/NOTÍCIA DC: Neste preciso momento, estão reunidos no gabinete do director de gabinete do PR, Octavio Lopes, o PGR Sedja Man, o Ex. PGR (que prendeu jomav por causa dos 12 milhões de dólares de Angola), Abdu Mané. Entre outras coisas, segundo a fonte do DC na presidência, estão a arquitectar a forma de intimidar e prender alguns membros do Governo. Querem de uma forma arbitrária impedir a deslocação de todos os membros do Governo e dirigentes do PAIGC para o exterior.


MORAL DA HISTÓRIA: Abdu Mané prendeu JOMAV e o Cesar Fernandes. Octávio Lopes, foi tirá-los à cadeia depois de 48 horas na choldra.

Depois, JOMAV ganhou as eleições e nomeou o Octávio director de Gabinete, e o Cesar Fernandes secretário-geral da presidência. E até já é amigo do Abdu Mané...alguém entende a Guiné-Bissau??? Hoje, comem todos no mesmo prato! Sim, senhor!!!
AAS

EXCLUSIVO DC/ECOMIB VAI EMBORA, MAS REGRESSA MAIS REDUZIDA


O governo guineense, apurou o DC junto de fonte fidedigna, solicitou à CEDEAO a substituição de Ansumane Ceesay , o seu representante no País, por este "não estar a colaborar com o Governo". Portanto, ainda segundo a fonte do DC, "para evitar incidentes diplomáticos, o Sissé foi aconselhado a abandonar o País antes do previsto, para não ter uma denúncia na folha de serviço."

O chefe da missão da CEDEAO vai ser substituído por outro na mesma missão ainda este mês. A missão continuará mas vai ser substancialmente diminuída até à sua conclusão porque já não têm fundos. A UE é que lhes financiou esta última renovação, e não consta que voltará a fazê-lo. Agora, tudo dependerá do resultado do relatório do Trovoada, amanhã, na ONU. Miguel Trovoada termina a missão no final deste mês e já não ficará em Bissau.

Assim, a missão da ECOMIB, que estava a terminar o seu ciclo, e devia ser renovada pelo menos até junho simplesmente vai ter o seu fim como o conhecemos. O contingente militar da CEDEAO está a preparar a retirada de toda a missão, e os militares que guardavam a residência do ex-primeiro-ministro e presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, também já se retiraram.

E também há rumores de que a Nigéria, a maior contribuinte da força, está sem fundos - e sem vontade - para manter o contingente, o que foi agravado pelas recentes declarações do PR JOMAV na presença do corpo diplomático e do general Olesegun Obasanjo com a infeliz frase "ESTOU FARTO DA COMUNIDADE INTERNACIONAL".

À comunidade internacional: não abandonem o País, não agora! Estão a abrir caminho para mais um golpe de Estado e outra matança!!! AAS

CONFUSO: Informações recolhidas pelo DC dão conta que o contingente nigeriano da ECOMIB está a embarcar, e vai abandonar Bissau. Mas aguardemos por informações das autoridades da Guiné-Bissau. AAS

MAIS ACÇÕES E MENOS CONVERSA: Amanhã, a nossa amada Guiné-Bissau volta a ser motivo de conversa no Conselho de Segurança das Nações Unidas. É so blá blá blá blá enquanto cai tudo à volta!!! AAS


ECOMIB: QUO VADIS?



Desde ontem, o porto de Bissau tem registado um movimento - no sentido inverso - da ECOMIB, a força da CEDEAO destacada em Bissau. Mas, respirem fundo.

Segundo informações recolhidas pelo DC, algum material obsoleto (carros de combate, a tal 'carroça' que DC flagrou ontem sem pneus, e camiões, tudo do contingente nigeriano) estão a ser despachados. A ECOMIB fica, pelo menos e para já, até junho de 2016.
FOTOS desta MANHÃ: DR/AAS/DC

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

JOMAV? A FALAR SOBRE CORRUPÇÃO? COM A CAPA DE 'MORALIZADOR'? Ma n'fala...


Para:

PALOP
CPLP
CEDEAO
UNIÃO AFRICANA
UNIÃO EUROPEIA
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS

Segundo a acusação: "O SUSPEITO (José Mário Vaz, presidente da República da Guiné-Bissau, ACUSADO enquanto ministro das Finanças) AGIU LIVRE, VOLUNTÁRIA E CONSCIENTEMENTE BEM SABENDO QUE TAL CONDUTA É PROIBIDA E PUNIDA POR LEI PENAL.".

Segundo a acusação, JOMAV ficou com mais de 469 milhões de Fcfa - dinheiro deste mesmo Povo que ele tem sob cerco, e na mira...



Paulo Torres diz que continua a ser o selecionador da Guiné-Bissau


O treinador português Paulo Torres disse esta segunda-feira que se mantém no comando da seleção da Guiné-Bissau, apesar de a federação já ter convidado outro técnico.

"Tenho um contrato que está registado e quem gere esse contrato é o Governo", defendeu Paulo Torres, em declarações a uma rádio local, salientando nunca ter recebido qualquer indicação sobre uma rescisão de contrato.

Paulo Torres acrescentou que tem contrato como selecionador da Guiné-Bissau até dezembro e que pretende preparar o próximo jogo oficial que o país irá realizar a 23 de março contra o Quénia, em Bissau. O desafio conta para o apuramento para a fase final da Taca das Nações Africanas, a realizar em 2017, no Gabão.

Nos últimos jogos, a Guiné-Bissau empatou sem golos com a Zâmbia e perdeu por 4-2 diante do Congo. Na quinta-feira, a Federação de Futebol da Guiné-Bissau anunciou ter solicitado ao treinador do Sporting de Bissau, o guineense Baciro Candé, para passar a orientar a seleção, depois de já ter informado o Governo que havia prescindido dos serviços de Paulo Torres.

No entanto, o técnico português disse esta segunda-feira que, oficialmente, continua a ser o selecionador guineense, tendo em conta o contrato de trabalho que ainda mantém com o Governo, que o contratou para três anos. Questionado sobre se alguma vez recebeu uma notificação sobre o seu despedimento, o português limitou-se a reafirmar que tem um contrato em vigor. RECORD

ECOMIB de tanga



És ku mininus di Bissau ta fala "Roda fokoti"

Meu. Quebo.


Quem me conhece bem sabe que não sou pessoa de desistir facilmente. Tenho, de resto, o empenho estampado no rosto. Gosto do meu País. Dez minutos depois de atravessar as suas fronteiras, começo a sentir arrepios. Bom, dez minutos talvez seja exagerado; Que sejam cinco. Mas de certeza que de trinta minutos não passa.

Pessoalmente, tenho dificuldade em orgulhar-me das coisas que me acontecem por casualidade. Fernando Pessoa escreveu: «O lugar onde se nasce é o lugar onde mais por acaso se está» - uma frase com a sua piada.

Eu nasci na Aldeia Formosa (actual Quebo). Já fui ao Quebo umas vezes, passei outras tantas sem parar e confesso que nem de uma nem de outra vez senti grande coisa. Nem um arrepio na alma. Não me vieram - ao contrário dos piegas - lágrimas aos olhos, nem me deu vontade de escrever contos. Nem sequer um poema.

Pouco me importa que milhão e meio de guineenses desconheça onde fica a vila do Quebo, ou quantos habitantes terá ou teve em tempos. Ou sequer se tem tradições, e já agora quais serão.

Trata-se de um sítio, e pronto. Um sítio de merda, como o são aqueles sítios onde por nada deste mundo assentamos arraiais, ainda que por breves momentos. Passámos, e às vezes desviámos o olhar, talvez envergonhados.

O facto de eu ter nascido na Aldeia Formosa, não transformou o Quebo num lugar especial - e é assim que está bem. Um sítio banal, aquele onde eu nasci. Talvez seja por isso que eu vivo de forma espartana. E não me tenho dado mal.

Mas não trocaria o Quebo por nenhum outro lugar. E com a vossa licença vou embora já. Vou para o outro Sul - e será sempre o eterno Sul cheio de estrelas e de noites intermináveis.
António Aly Silva

Guineenses: O país está sereno, a ordem interna está a funcionar, os serviços de segurança também. Tudo o resto não passam de MENTIRAS que nem sequer foram encomendadas. Tudo delírios, portanto. Coisas de doido! AAS

ANP: Sessão adiada para 25 de fevereiro. Os tribunais voltam a ser chamados a intervir, desta feita pela mesa da ANP, que interpôs um recurso no tribunal da Relação. AAS

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Para as minhas ex—namoradas: que tenham um dia de cão!!! P.S.: Desculpem a sacanice...AAS

Com grandes Homens



José Maria Neves, primeiro-ministro de Cabo Verde


Suzi Barbosa, secretária de Estado da Cooperação e Cipriano Cassama, presidente da Assembleia Nacional popular

Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC, ex-secretário Executivo da CPLP e ex-primeiro-ministro da Guiné-Bissau

Para a Lena. Do Amílcar. (chegada à Guiné portuguesa)


Para a Lena. Do Amílcar. (primeiras impressões de Angola)