segunda-feira, 23 de novembro de 2015

OPINIÃO AAS: A guerra inacabada de JOMAV, ou o regresso do cangalheiro-mor


O presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, quer um Procurador-Geral da República e um presidente do Tribunal de Contas que lhe obedeçam. Para apagarem a sua 'ficha suja' e estarem à sua disposiçao para a caça às bruxas.

Perdeu confiança no ex-PGR Gildo desde que o Ministério Público deu parecer favoravel à inconstitucionalidade da atabalhoada nomeaçao do Baciro Dja; e no Vasco Biague na sequência do parecer do Tribunal de Contas enviado à Assembleia Nacional Popular sobre as contas públicas de 2009 e 2010 (quando o actual PR era Ministro das Finanças), o qual não o deixa muito à l'aise...

Para substituir o Gildo escolhe alguém que ele acredita irá fazer-lhe o trabalho - António Sedja Man. Esperam-se pois tempos complicados para o Domingos Simões Pereira e seus próximos, leia-se Geraldo Martins, José António Almeida, João Bernardo Vieira, entre outros.

Tudo, com o fito de tapar com uma peneira a vergonha que foram os dois meses de irracionalidade em que o País esteve praticamente parado, vítima de actos inconsequentes e a roçar a demência. O que vale é que nem o novo PGR nem o novo presidente do TC estão imaculados - como o seu presidente. AAS

domingo, 22 de novembro de 2015

Aprender com quem sabe


A secretária de Estado da Administração Pública, do Território e Poder Local da Guiné-Bissau,Ester Fernandes, integra a delegação guineense que está em Cabo Verde, até ao dia 29 de Novembro, para conhecer experiência do arquipélago nos domínios da administração pública, governação electrónica e poder local.

A Guiné-Bissau quer conhecer experiência de Cabo Verde em diferentes domínios como por exemplo, a administração pública, governação electrónica e poder local. O objectivo do executivo guineense insere-se na descentralizar algumas regiões e localidades, como adiantou à imprensa, na cidade da Praia, a secretária de Estado da Administração Pública, do Território e Poder Local da Guiné-Bissau, Ester Fernandes.

"Queremos saber o que é que Cabo Verde fez até chegar à descentralização. De grosso modo é esta a experiência que nos trás aqui, para adquirir essa experiência e trabalharmos, mesmo que seja à distância, com os técnicos cabo-verdianos a orientar-nos nos primeiros passos que queremos que sejam seguros para o processo que se avizinha".

Ester Fernandes, secretária de Estado da Administração Pública, do Território e Poder Local da Guiné-Bissau faz parte de uma delegação guineense, que se encontra em Cabo Verde, chefiada pelo ministro da Função Pública e Trabalho, Luís Aníbal Fernandes.

A delegação fica no país até 29 de Novembro próximo e, para além de visitar várias instituições públicas vai ser recebida em audiência pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, pelo primeiro-ministro, José Maria Neves, e pela ministra da Juventude, Emprego e Desenvolvimento dos Recursos Humanos Janira Hopffer Almada. RFI

LIVRO:


sábado, 21 de novembro de 2015

Sr. PGR, António Sedja Man, antes da posse gostaria que nos esclarecesse isto:





António Sedja Man, novo PGR: Afinal havia um caso...

O Ministério Público que se pronuncie publicamente sobre este PROCESSO que remonta a 2010; e a presidência da República, que nos clarifique se houve algum INDULTO...AAS

INVESTIGAÇÃO DC - Novos PGR e presidente do TC:


Quem são António Sedja Man e Dionísio Cabi? As histórias, contadas por quem os conhece bem de perto, as artimanhas por onde já passaram, as manhas. Tudo escancarado no Ditadura do Consenso, o seu blogue. Apertem os cintos, vamos levantar voo. Detalhe: entra o tráfico de drogas & afins nos titulares dos mais altos cargos do Estado... AAS

REPORTAGEM - GUINENDADI


AQUI

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

PR exonerou o PGR e nomeou para o seu lugar António Sedja Man, militante do PRS. Começa a tomar forma outro tipo de crise...mas DC continua firme e não desvia um milímetro! AAS

INSS a arder


A empresa JOMAV, cujo dono é o Presidente da República da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, apurou o DC junto de uma fonte do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), estará em falta com mais de 100 milhões de Francos CFA, fruto dos descontos cobrados aos seus funcionários e trabalhadores. A dívida, ainda segundo a mesma fonte, "tem vindo a acumular durante anos a fio sem que haja qualquer solução."

A fonte do DC no INSS revelou ainda ao DC que os documentos sobre a dívida da empresa "simplesmente desapareceram" do Instituto. "A empresa nunca honrou os seus compromissos", garante a mesma fonte que revelou ainda as dificuldade dos trabalhadores da empresa JOMAV em verem resolvidos os seus problemas: "Há muitos trabalhadores, uns na reforma, outros no activo, que pedem subsídios e o INSS não pode pagar porque não recebeu da empresa."

Esta situação levou a que muitos deixassem de recorrer ao INSS para exigir os seus direitos. Na situação oposta encontram-se "as ONG e quase todas as grandes empresas estrangeiras, que cumprem com as suas obrigações." Um exemplo? Os Médicos Sem Fronteiras cumprem religiosamente.

No que toca ainda às ONG e a essas empresas "não tem havido problemas" mas reconhece, envergonhado, dizendo haver dois pesos e duas medidas. "Se estas empresas ou organizações falharem um mês que seja, são logo multadas." AAS

TERRORISMO/ÚLTIMA HORA: 80 reféns foram já libertados no hotel Radisson Blu, em Bamako. AAS

TERRORISMO: Sadjó Turé, o último jihadista português a morrer na Síria


Fonte: Revista SÁBADO
Autor: Nuno Tiago Pinto

É a mais recente baixa entre o grupo de jihadistas portugueses que combatem na Síria. Sadjo Turé, 36 anos, terá sido vítima de um tiroteio com as tropas de Bashar Al-Assad. No entanto, ao que a SÁBADO conseguiu apurar, aquele que foi um dos últimos portugueses a juntarem-se ao auto-proclamado Estado Islâmico, na Síria já terá morrido há algum tempo. "É verdade, mas já aconteceu há alguns meses", garantiu à SÁBADO uma fonte conhecedora do processo. A notícia da morte foi dada esta sexta-feira pelo Diário de Notícias.

Nascido a 24 de Dezembro de 1979 na Guiné Bissau, Sadjo chegou ainda muito novo para Portugal. O seu pai foi fuzileiro no exército português e, alguns anos após a independência, mudou-se com a família para a Amadora. Sadjo cresceu na linha de Sintra. Frequentou a escola Stuart Carvalhais e, em 1992, formou com três amigos de infância o grupo de hip-hop Greguz du Shabba. Respondia pelo nome de Magnetic e era b.boy [breakdancer]. Alguns anos depois, Celso e Edgar da Costa (na foto), quatro e sete anos mais novos, respectivamente, juntaram-se à banda (ver a edição desta semana da SÁBADO).

Entre 2005 e 2006 mudou-se para Londres, onde foi tirar o curso de engenharia informática. Tinha 27 anos. Instalou-se num apartamento em Creighton Road, na Zona Norte da capital britânica, num edifício ocupado maioritariamente por emigrantes. Depois mudou-se para o bairro de Leyton, onde ocupou o apartamento 34 de uma torre situada a meio caminho entre as residências de Nero Saraiva - outro dos jihadistas portugueses - e dos irmãos Rodrigues da Costa.

De todos, Sadjo era o único que já era muçulmano. Em Londres, onde existe uma grande comunidade, aproximou-se mais do Islão. Um amigo que viveu com ele na mesma casa contou à SÁBADO que a determinada altura ele começou a levar a religião muito a sério. "No início ele só não bebia. Mas depois passava o dia com os outros a conversar e a ler o Corão. Também tomava conta de uma loja de roupa que era de outro muçulmano. Eles são muito unidos. Ajudam-se em tudo o que precisam e até financeiramente", conta.

Em 2012, Sadjo (de quem não se conhecem fotografias) terá ido com Nero Saraiva e os irmãos Rodrigues da Costa para a Turquia. Aí, atravessaram a fronteira com a Síria. Dos quatro, só Nero Saraiva ficou na região. Os restantes regressaram à Europa. Celso e Edgar vieram nesse final de ano para Lisboa. Sadjo ficou em Londres. Não sabiam que nessa altura já estavam a ser investigados pela polícia britânica devido ao envolvimento no rapto dos jornalistas John Cantlie e Jeroen Oerlemans. Os dois repórteres tinham sido sequestrados na Síria a 17 de Julho de 2012 e mantidos em cativeiro durante nove dias até conseguirem escapar e regressar aos seus países. Em Londres, Cantlie disse aos investigadores que a maioria dos raptores eram estrangeiros e que vários tinham sotaque londrino. Através dos registos das viagens, as autoridades descobriram então que o grupo de portugueses tinha estado na Síria. Nessa altura, Celso e Edgar já estavam em Portugal. Mas Sadjo continuava em Londres - e a preparar um regresso à Síria.

A 9 de Janeiro de 2013, uma quarta-feira, Sadjo deixou o apartamento onde vivia no bairro de Leyton, em Londres, e fez o percurso de mais de uma hora que o levou ao aeroporto de Gatwick, nos arredores da capital britânica. Levava com ele o bilhete de um voo com destino a Damasco, a capital da Síria. No entanto, antes de embarcar no avião, o português foi abordado por agentes da Metropolitan Police da Scotland Yard por suspeitas de envolvimento no rapto de John Cantlie.

Na época, um porta-voz da polícia metropolitana afirmou que a detenção fazia parte de "uma investigação às viagens para a Síria em apoio de alegadas actividades terroristas". Mas o envolvimento do português nunca ficou claro e a sua identidade foi mantida em segredo. Foi identificado apenas como um "português" de 33 anos. Mas há alguns meses a SÁBADO confirmou a sua identidade junto das autoridades britânicas e portuguesas.

Apesar das buscas ao apartamento onde vivia, foi libertado sem acusação após uma semana de detenção. Durante o ano seguinte continuou a viver em Londres e constou até dos cadernos eleitorais britânicos. Só deixou de fazer parte das listas porque no início de 2014 conseguiu o objectivo: juntar-se à jihad na Síria, onde viria a morrer, sob o nome de Abdulkareem Andalus.

Será a quinta vitima entre os jihadistas portugueses. O primeiro a morrer foi Joni Miguel Parente, que em Maio de 2014 realizou um atentado suicida no Iraque. O segundo foi Sandro Monteiro, também ele originário da linha de Sintra e que, em Outubro do mesmo ano terá morrido vítima de um bombardeamento da coligação internacional em Kobane. Já em Janeiro deste ano, foi a vez de Micael Batista ser atingido na mesma cidade por um míssil. Há poucos meses foi a vez de Luís Almeida morrer na Síria. Houve ainda uma outra morte nunca confirmada: a de Abu Juwayria al-Portughali, apresentado como um "comandante português" do Estado Islâmico, mas sobre o qual as autoridades lusas não têm informações.

Apesar da notícia da sua morte, as autoridades portuguesas deverão manter activo o seu mandado de captura internacional, tal como fizeram no caso de Sandro Monteiro: o objectivo é impedir que o seu passaporte possa ser usado por outros jihadistas para entrar na União Europeia. Existem também mandados de captura contra, pelo menos, Nero Saraiva, Edgar e Celso Rogrigues da Costa e Fábio Poças. A investigação está a cargo do Departamento Central de Investigação e Acção Penal e da Unidade Nacional de Contra Terroristo da Polícia Judiciária, com a colaboração do Serviço de Informações e Segurança.

Tome nota



TERRORISMO/ÚLTIMA HORA: Balanço provisório do atentado em Bamako, no Mali, aponta para 3 mortos. Dos 170 reféns, 15 foram resgatados. Prepara-se o assalto de resgate com envolvimento provável de forças especiais francesas. AAS

ÚLTIMA HORA: Pedro Passos Coelho admite Governo do partido Socialista

TERRORISMO/ÚLTIMA HORA/NOTÍCIA DC/TAP ESCAPA A ATENTADO POR UM TRIZ: Uma delegação da TAP com três pessoas, incluindo o delegado da companhia, com base em Dacar, estiveram hospedados nesse mesmo hotel até quarta-feira passada. AAS


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