sexta-feira, 9 de outubro de 2015

OPINIÃO: Falácia


"Em linha de uma retórica falaciosa, o Presidente José Mário Vaz, acusa num comunicado de impresa o cidadão Domingos Simoes Pereira, de egoismo e de querer manter-se no poder a todo custo.

Não restam dúvidas que o recurso reiterado à imprensa e aos comunicados de impresas por parte de um Órgão, como Presidência da República, denota uma enorme descompostura e desespero, porquanto tal acto, de per si, traz à luz a verdadeira face de um Presidente da República impreparado e dono de argumentos infundados para justificar esta saga de crise desnecessariamente criada por ele.

Acredito que, ainda que seja verdade que o Eng° Domingos Simões Pereira, queira manter-se no poder à todo custo, segundo o juízo da Presidência da República, tal pretensão fica desde já amparada de uma irrefutável legitimidade; desde logo porque o Domingis Simões Pereira, ao se apresentar como candidato à liderança do PAIGC, já se antevia a sua pretensão de governar através de um programa elaborado pelo partido e tal projecto/programa foi sobejamente sufragado pelo povo nas eleições de 2014, em que o PAIGC, sob a liderança do DSP, saiu vencedor com uma maioria absoluta.

Agora pergunta-se:

I- Qual é a motivação do Presidente Jomav de querer a todo custo afastar o cidadão Domingos Simões Perreira, da cena política?
II- De onde proveio a desenfreada luta do presidente José Mário Vaz, em derrubar ilegalmente o cidadão Domingos Simoes Pereira, seguindo uma obstinada visão e estratégias maléficas pondo em causa o país e o estado social? (Crime contra o povo).

A explicação não esta longe do cenário que hoje se assiste, porquanto o PR Jomav, esta a fazer-se de um absoluto absolutista; agora o Jomav, resulta ser árbitro e jogador ao mesmo tempo e contra todos os princípios basilares de um estado de direito, mormente os princípios democráticos e o da presunção de inocência, o Jomav, substitui o Ministério Público e os Tribunais, investiga, acusa, julga e condena, ao ponto de decretar a restrição dos direitos civis e políticos dos cidadãos, negando a estes o direito de exercício de cargo público ou simplesmente de serem funcionários públicos.

O que foi que os cidadãos Domingos Simões Pereira, Botche Cande, Geraldo Martins, Daniel Gomes, João Bernardo Vieira, José António de Almeida e outros...fizeram que põe em causa o Estado e o poder deles exercerem seus direitos civis e políticas?

Ah! porque foram julgado por um juiz que não é juiz mas sim usurpador de poderes, que de facto os julgou e condenou com sentenças produzidas e efectivamente já transitadas em julgadas...

Aonde é que ja se viu coisa parecida! Se o presidente Jomav funciona assim, significa dizer que terá falta de capacidade para tudo, mas não menos para se julgar a si próprio no processo pendente contra ele e que já foi acusado. O Jomav se arroga de moralista mas faltou-lhe a honestidade de exclarecer aonde foram parar os 12 ou mais milhões de dólares provenientes Angola para o apoio orçamental?

Porque não aceitou que o Governo por ele derrubado lhe facultasse a lista dos verdadeiris madeireiros na Guiné-Bissau?

Meus senhores!

É doloroso quando uma pessoa impreparada é chamada por azar a chefiar um estado. Porque o que se espera de um chefe de Estado é capacidade dotada de uma visão estratégica para o desenvolvimento progressivo e sustentável, um chefe de Estado deve ser aquele que se bate pela República (Sampaio da Novoa), estado social e propulsor de um jogo limpo no contexto democrático.

Mas nós por cá temos um absolutista, absoluto, faltador da verdade e criminoso da primreira por ter sequestrado o Estado há 2 meses.

Ass: Bungalow da Verdade"

'Neva' em Bissau


Após ter lido o último comunicado da Presidência de República, só percebi duas coisas:

1 - Se o debate político fosse grau de temperatura, estaria a nevar em Bissau, de tão beixo que a classe política desce.

2 - O baixo nível perdeu vergonha e tomou de assalto a presidência da Guiné-Bissau!

Emílio Tavares Lima


OPINIÃO: Peixeirada de baixo nível


"Boa tarde amigo Aly,

Os meus votos de sucessos pela vida fora e muita força na sua heroica luta pela verdade no pais. Li o extenso comunicado do Gabinete da Presidência da Republica, que se justifica como sendo uma reacção a supostas declarações proferidas pelo ex-primeiro ministro Domingos Simões Pereira na sede do seu partido, no qual de passagem, fazem igualmente comentarios varios, entre outros, sobre os meandros da proposta de governo apresentado pelo PAIGC.

À parte a deselegância e a baixeza de que, ja é o facto em si, em que um orgão como a Presidência da Republica, vir a publico fazer comentarios sobre "ouvi dizer", rumores e outras conversas de bastidores, é o proprio nivel da linguagem que é utilizada no comunicado que mais choca, pela vulgaridade da sua abordagem e ligeireza das suas analises.

Uma linguagem de baixo nivel, corriqueira a roçar à "peixarada", pois caso se tira-se o timbrado da PR o dito comunicado, pela sua reles substancia, fazia-se passar perfeitamente por um comunicado de "Mandjuandades" rivais.
Enfim, mais uma pouca vergonha nacional, que não é mais do espelho da qualidade duvidosa e obtusa do grupo de "conselheiros da incompetência e do maquiavelismo" de que se prezou rodear o Chefe de Estado para empreender uma guerra incompreensivel e ingloria contra toda a sociedade guineense.

Não se percebe, como se deixou a Presidência da Republica envolver-se ao ponto de perder-se nesse tipo de jogos de "recados" e de reacções compulsivas e primitivas, como se um jogo de adolescentes rivais se tratasse. O instinto de ataque pessoal à figura do ex-primeiro ministro é evidente nesse comunicado transparecendo um odio insidioso contra a sua pessoa, hostilizando-o vergonhosamente ao ponto de não lhe querer reconhecer até, o que de direito lhe advêm no seio do seu proprio partido!

Tratar os membros do governo e potenciais homens de confiança do ex-primeiro ministro como "grupinhos", é comprar uma guerra de insultos, cuja réplica não teria dificuldades em vislumbrar no seio do palacee presidencial, igualmente cadastrados, traficantes e até, um Presidente com "pena suspensa". E bom se respeitar para ser respeitado, senão se a mostarda pode subir e, decerto alguns se engasgarão mais cedo do que se espera dos outros.

A terminar, não sei se ainda é tempo para o PR rever a sua atitude e deixar de comprar uma guerra cujos contornos ele esta longe de poder avaliar as consequências da sua derrapagem, mas em tudo isso, é bom que ele tenha presente que, a sua guerra, não é so contra o DSP ; não é so contra o PAIGC, a sua guerra é neste momento contra a Democracia, contra a Sociedade, contra a Juventude ciosa e carente do exercicio dos seus direitos civicos e sociais, contra os Direitos inadiaveis de um Povo que se quer.

Apache"


Chamem um psiquiatra!!!


1. - Na terça-feira, ao rejeitar a proposta de Governo apresentada pelo PM Carlos Correia, o Presidente José Mário Vaz recomendou ao PM que reflectisse sobre o assunto, e falou em suspeitas de corrupção.

2. - Em resposta, o presidente do PAIGC pediu ao chefe de Estado que mostre as provas que sustentam as suspeitas, e reenviou os nomes anteriormente recusados pelo PR.

3. - Defendendo a honra, Domingos Simões Pereira veio deitar mais achas na fogueira (quem acusa deve ter o ónus da prova...) garantindo que se houver alguém sob suspeita, no Governo, sairia da proposta.

No comunicado de ontem, a Presidência responde, embirrada, referindo que não lhe cabe fazer isso, porque "não é e nem pretende substituir-se ao Ministério Público".

Mas...quem acusou quem de corrupção na sua mensagem à Nação baseada em boatos? Ó da guarda!!! Alguém nessa presidência estará ao menos bem do juízo? AAS

Para a presidência da República


(Ao cuidado do Fernando Mendonça)

É no mínimo vergonhoso esse seu comunicado de imprensa, parece mais um relatório de queixinhas. Desculpe, mas se de facto você é um profissional de comunicação, então você é a vergonha da classe, porque ética profissional é algo que lhe escapa completamente.

Não sendo, sinceras desculpas, mas você precisa voltar ao berço - se é que teve um - e aprender a ter vergonha na cara, porque o mais simples dos seres humanos sabe que o comunicado de imprensa vindo da Presidência tem que ter um mínimo de postura e valores de Estado e não esse monte de queixinhas.

Parem de nos querer tratar como idiotas.

O guineense pode até ser iletrado, mas é imbuído de alto senso político e capaz de fazer análises. Poupem-nos. Ah Guiné!!! Deus ten.

Ass. Paixão por letras.

PS: Desculpe Aly, mas tem coisa que não dá para engolir. Se achares bem publica, se não pelo menos pudeste ler o meu desabafo. Um abraço, meu amigo.

MSGC

Comunidade internacional pede "razoabilidade"

A comunidade internacional apelou hoje aos líderes da Guiné-Bissau para que sejam "mais razoáveis" na forma de verem os problemas do país, há dois meses sem Governo, indicou aos jornalistas o representante da União Africana (UA), Ovídio Pequeno.

Pequeno foi o porta-voz dos diplomatas e representantes da comunidade internacional sediados em Bissau que hoje se encontraram com o Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, para abordarem a situação política no país.

O chefe de Estado deu conta do processo de formação do novo Governo, que se encontra num impasse entre o Presidente e o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), vencedor das últimas eleições legislativas. LUSA

UNILAB: Seminário sobre Sociologia Africana


O Projeto de Extensão Conexões África-Brasil realiza no dia 09 de outubro (sexta-feira) das 10h às 12h, no Auditório do Campus da Liberdade, em Redenção/CE, o 1° Seminário Sistemático de Sociologia Africana do Instituto de Humanidades e Letras da Unilab (IHL/BHU). O evento inaugural conta com apresentação da Iadira Antonio Impanta e terá a presença do professor Leandro de Proença Lopes, coordenador do Instituto. O evento convida todos os estudantes, técnicos, docentes da Unilab e professores de ensino médio e a sociedade civil, de Redenção e de Acarape.

O Seminário propõe a desenvolver atividades e proporcionar um espaço de debate estudantil e apresentação de projetos de TCC ou trabalhos de pesquisa em andamento que visam reforçar a relação entre a universidade e as organizações e grupos da sociedade civil, especificamente em relação à integração de saberes, de culturas e práticas sociais entre estudantes africanas/nos e brasileiras/ros, no que tange ao reforço de vínculo entre a Universidade e a Sociedade por meio de produção de conhecimento crítico científico.

“A iniciativa, que acompanha as diretrizes da Unilab, pretende aprofundar as relações entre o Brasil e a África a partir de conexões de experiências e práticas científicas e culturais que se pretendem horizontais, solidárias, pluralistas e democráticas, articulando o ensino, a pesquisa e a extensão como forma de superar os desafios comuns que se colocam atualmente aos países africanos e à sociedade brasileira como um todo”, afirma o coordenador do projeto, professor Doutor Ricardino Jacinto Dumas Teixeira, do IHL/BHU.

É dentro desse contexto relacional e histórico de luta social e educacional para a melhoria de condições de vida de grupos sociais, marginalizados historicamente, que se insere a Lei Federal n° 10.639, de 2003. A medida instituiu a obrigatoriedade de ensino de História da África e Afro-Brasileira no sistema de ensino básico, médio e superior, reforçando os compromissos assumidos pelo Estado brasileiro no Congresso Internacional sobre Educação em defesa dos Direitos Humanos e da Democracia, realizado pela ONU, em março de 1997, e referenciado na Conferência Mundial de Viena com objetivo de promover, estimular e orientar compromissos em prol da educação em defesa da democracia, da tolerância, da paz, do respeito à dignidade da pessoa humana e à diferença.

O seminário buscará criar um espírito de diálogo e produção de conhecimento crítico, na Unilab, no que tange à internacionalização e interiorização ao mesmo tempo em que reforça e aprofunda as relações históricas, culturais e econômicas já existentes entre o Brasil e a África. Em suma, visa cooperar com a sociedade civil através do envolvimento da universidade e das escolas nas atividades artísticas, culturais, educacionais e científicas, particularmente no que diz respeito à diversidade, à diferença e o multiculturalismo nas relações entre a África e o Brasil, inseridas nas diferentes nuances na dinâmica das relações de cooperação na sociedade global contemporânea.

Assaltos no parque de estacionamento do aeroporto Osvaldo Vieira


"Ontem, em plena luz do dia, o meu carro foi assaltado e vandalizado no parque de estacionamento do Aeroporto Osvaldo Vieira, um aeroporto cuja a segurança é feita por uma empresa privada paga a peso de ouro, que conseguio o contrato sem passar por nenhum concurso, isso, na altura da transiçao.

Vim a saber, que afinal, já houve vários assaltos nesse espaço, inclusive uma das vitimas foi ameaçada com uma faca. É inadmissível permitir esses assaltos num aeroporto internacional, que é, a principal porta de entrada do país.

Incompetência também tem limite!!!!!

Hélder Teixeira"

EUA/Programa Jovens Líderes Africanos



Recrutamento para o Programa Jovens Líderes Africanos - Bolsa Mandela Washington (YALI)

A Embaixada dos Estados Unidos em Dakar iniciou no dia 1 de outubro o processo de recrutamento para o programa Jovens Líderes Africanos - Bolsa Mandela Washington (YALI), uma iniciativa do Presidente Barack Obama que visa estimular o engajamento e a capacitação da próxima geração de líderes Africanos.

Em 2016, a quota para a Guiné-Bissau passará de três a seis jovens líderes. O recrutamento deu início no dia 1 de outubro, e com o fim previsto para 11 de novembro de 2015 através do site:

https://youngafricanleaders.state.gov/washington-fellowship/apply/

Os critérios da seleção são os seguintes:

Ser da Nacionalidade Bissau-Guineense e residir em África;
Ter a idade compreendida entre os 25 e 35 anos;
Ter um bom nível de Inglês;
Ter demonstrado liderança na sua área;

O programa conta enviar 1000 jovens líderes da África sub-sahariana para os Estados Unidos em 2016 para uma formação de 6 a 8 semanas nas seguintes áreas: negócios e empreendedorismo, gestão pública e liderança cívica.

Esses jovens serão colocados nas universidades americanas e terão a oportunidade de encontrar com o Presidente Obama em Washington, durante a cimeira que marcará o encerramento do programa. O Presidente Obama deixou claro na sua política para a África Subsaariana que os jovens constituem um factor-chave do seu engamento com a população desse continente - através da consolidação da democracia, do desenvolvimento económico ou da melhoria da segurança.

O programa Iniciativa para Jovens Líderes Africanos (YALI) foi criado em 2010 pelo Presidente Obama. No início, consistia-se em séries de fora de alto nível, entre os quais o fórum do Presidente Obama com jovens líderes Africanos em agosto de 2010, o fórum de jovens pioneiros Africanos em junho de 2011 e a cimeira sobre a inovação e a parceria de mentores para jovens líderes Africanos em junho de 2012, além de duas mil actividades para a juventude, que teve lugar em nossas embaixadas no continente Africano.

Passando a denominar-se em 2014 Mandela Washington Fellowship para Jovens Líderes Africanos, e render tributo a Nelson Mandela, o programa formou 1000 jovens líderes da África sub-sahariana entre 2014 e 2015.

Desde 2012, seis jovens líderes Bissau-Guineense participaram desta iniciativa.

Para mais informações, é favor entrar em contacto com Jason David através de 002455142937 ou usembassymedia@state.gov

Iniciativa de Jovens Líderes Africanos - YALI (-https://youngafricanleaders.state.gov/)

ATENÇÃO A TODOS, OLHOS E OUVIDOS BEM ABERTOS




MUITA ATENÇÃO


"A rejeição de um novo Governo pelo Presidente da Guiné-Bissau está a reavivar a tensão política no país e a pôr em risco os esforços para ultrapassar a crise política", anunciou a Alta Representante da União Europeia (UE) para a Política Externa e de Segurança, Federica Mogherini num comunicado conjunto com o comissário europeu para a Cooperação Internacional e o Desenvolvimento, Neven Mimica. "Isso também é crucial para a implementação do apoio internacional anunciado na Mesa Redonda de Doadores realizada em Bruxelas no início deste ano", acrescenta a UE.

As mentiras - e o ouvir dizer, ou agir com base em boatos - da presidência da República


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

O PGR é um homem digno



FUTEBOL/EMPATE EM MONRÓVIA: A selecção da Guiné-Bissau, comandada pelo antigo jogador internacional português Paulo Torres (a quem a FFGB deve 4 meses de salários...) empatou esta quinta-feira a um golo em Monrovia, na Libéria, em jogo da 1.ª mão da 1.ª eliminatória da ronda de qualificação africana para o Mundial de 2018. AAS

UE põe em causa o dinheiro prometido na mesa redonda de Bruxelas, e acusa José Mário Vaz de "colocar em risco os esforços para ultrapassar a crise política"


A Alta Representante da União Europeia (UE) para a Política Externa e de Segurança, Federica Mogherini, considerou hoje que o Presidente da República da Guiné-Bissau está a colocar em risco os esforços para ultrapassar a crise política no país.

"A rejeição de um novo Governo pelo Presidente da Guiné-Bissau está a reavivar a tensão política no país e a pôr em risco os esforços para ultrapassar a crise política", anunciou Mogherini num comunicado conjunto com o comissário europeu para a Cooperação Internacional e o Desenvolvimento, Neven Mimica.

Na declaração, os dois dirigentes europeus consideram "urgente" que a Guiné-Bissau tenha "um governo estável, que lhe permita prosseguir o processo de reforma e reconstrução".

"Isso também é crucial para a implementação do apoio internacional anunciado na Mesa Redonda de Doadores realizada em Bruxelas no início deste ano", acrescentam.

A UE declara apoio aos esforços em curso da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) "para ajudar o país a alcançar uma solução duradoura para os atuais desafios políticos e institucionais".

"Todos os atores políticos e instituições na Guiné-Bissau precisam de assumir as suas responsabilidades para conduzir o país de volta ao caminho da estabilidade e reforçar o Estado de Direito", acrescentam.

De acordo com o comunicado, a UE "continuará a acompanhar de perto a situação na Guiné-Bissau, juntamente com outros parceiros internacionais, incluindo a ONU, a União Africana, a CEDEAO e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa".

O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, pediu na terça-feira ao primeiro-ministro (PM) que reformule a proposta de Governo entregue na sexta, por integrar o ex-PM, Domingos Simões Pereira, e vários membros do anterior Governo - que Vaz demitiu por considerá-los, entre outras razões, suspeitos de ilegalidades.

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), partido maioritário do Parlamento guineense, lamentou a atitude do chefe de Estado, ao qual pediu "provas das acusações" de ilegalidade. Lusa