quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
OPINIÃO: A TAP isola a Guiné-Bissau do exterior?
Autor: Fernando Ka
Fonte: Público
"Como luso-guineense e conhecedor profundo do sentir da esmagadora maioria dos guineenses residentes e imigrantes em Portugal, estou profundamente indignado com as asneiras daqueles que estão a desgovernar a Guiné-Bissau, conduzindo-a para o abismo.
O que aconteceu com a TAP em Bissau foi uma verdadeira palhaçada política sem nenhuma graça, para entreter a assistência à escala mundial. Aliás, os guineenses habituaram a comunidade internacional a cenas em nada dignificantes para o país.
Ora, esses aprendizes da feitiçaria política confundem sistematicamente os seus interesses pessoais com os legítimos interesses do país, delapidando o erário público em detrimento do bem comum. O recente acontecimento veio evidenciar a permeabilidade à corrupção dos dirigentes guineenses. Daí que alguns deles cobertos de lama da corrupção pretendem “cobrir o sol com a peneira”, tentando lançar a culpa sobre as autoridades portuguesas e sem o mínimo de vergonha.
Pois bem, a TAP agiu em conformidade com o seu sentido de responsabilidade de zelar pela segurança de pessoas e de bens nos seus aviões, mas viu-se forçada pelos irresponsáveis e incompetentes governantes a trazer os refugiados sírios para Portugal, mesmo com documentos falsos.
Assim este incidente, que poderia ter provocado danos irreparáveis, causou enormes prejuízos aos passageiros, quer de um lado, quer do outro do Atlântico, com significativa perda de tempo. Mas, apesar de incompetência dos governantes guineenses em lidarem diplomaticamente com casos daquela natureza, a TAP deveria reconsiderar o seu breve regresso aos voos para a Guiné-Bissau, satisfazendo o desejo do povo guineense. Aliás, toda a gente sabe que a Guiné não tem governantes à altura dos seus pergaminhos.
Como é que um país que nem tem dinheiro para a realização das suas eleições pode ter uma companhia aérea sustentável? Ouviu-se, mais uma vez, disparate de quem não tem a mínima noção da realidade do país de que é membro do “governo”, dizer em jeito de chantagem que a Guiné-Bissau vai criar a sua própria transportadora aérea, deixando de depender da TAP. Uma coisa que o porta-voz do “governo” guineense não sabe é que a TAP voa para a Guiné-Bissau por razões meramente políticas de ajuda ao povo guineense.
Mas, já que querem libertar-se da ajuda generosa de Portugal, então deixem de mandar para cá as centenas de doentes por ano para tratamento médico-hospitalar a custo zero. Ora, o acordo estabelecido entre os dois Estados na área da saúde era que a Guiné deveria comparticipar nas despesas decorrentes do tratamento hospitalar dos doentes vindos da Guiné, mas este “país” nunca cumpriu as suas obrigações financeiras.
Como se isso não bastasse, muitos governantes escudam-se na nacionalidade portuguesa para se poderem deslocar a Portugal e ao espaço da União Europeia, quando precisam dos cuidados médicos ou tratar dos assuntos pessoais. Mesmo assim não têm escrúpulo de falar de Portugal como se fosse uma “república das bananas”, situada ao mesmo nível da Guiné-Bissau. É pena que neste país qualquer pessoa julgue poder ser ministro ou Presidente da República, mesmo não possuindo perfil ético e competências para exercer cabalmente esses cargos.
Como cidadão português e guineense de origem, sinto-me indignado com as ofensas indecorosas proferidas contra o Presidente da República, prof. Cavaco Silva, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, dr. Rui Machete, por quem não tem idoneidade moral e preparação política para representar o humilde e honroso povo guineense.
Por isso venho, em meu nome próprio e no da comunidade imigrante guineense, que tenho servido com toda a dedicação e que, por sua vez, tem contribuído através das suas remessas para ajudar o país de origem, manifestar publicamente o nosso repúdio pelos insultos contra os dois altos dignatários da Nação e, ao mesmo tempo, mostrar-lhes também a nossa solidariedade na defesa da causa comum.
Convenhamos que tanto o povo como a comunidade guineense em Portugal não se revêem nas condutas desviantes dos salteadores do poder que está na rua e queremos manter os laços históricos com o povo português independentemente das politiquices dos (des)governantes do país de faz de conta.
Com os seus irresponsáveis e criminosos actos a soldo de algum dinheiro, só têm causado enormes prejuízos ao país e à diáspora guineense em Portugal, bem como àqueles que se servem de Portugal, provenientes de outros países, para viajar até à Guiné e vice-versa.
Portugal é o país que mais tem ajudado a Guiné desde a independência até hoje e tem sido o lobby da Guiné junto da comunidade internacional.
Dirigente da Associação Guineense de Solidariedade Social"
No dia do medo
Este discurso devia ter sido lido no dia 12, mas com as ameaças...foi cancelado. Agora todos podem ler:
"Apelo
É chegada a hora de dizer basta!
A 11 de Abril de 2012 tínhamos um Governo eleito e legitímo!
A 11 de Abril de 2012 tínhamos um Presidente da República interino e legítimo!
A 11 de Abril de 2012 a composição da Assembleia Nacional Popular reflectia a vontade do povo!
A 11 de Abril de 2012, após o fim da primeira volta das eleições presidenciais, e na véspera do arranque da segunda volta da campanha eleitoral, Carlos Gomes Júnior, candidato do PAIGC, estava a frente na corrida eleitoral, com 49% dos votos validados e reconhecidos pela comunidade internacional.
Se este processo não tivesse sido interrompido pela força das armas e em nome de interesses sectários de uma minoria, hoje, dia 12 de Janeiro de 2014, a Guiné-Bissau estaria seguramente diferente. E para melhor.
Com um Presidente eleito, em sufrágio universal e directo.
Com um novo Governo, legítimo e eleito pelo Povo.
Com uma ANP legítima e legitimada pelo Povo.
Antes de falarmos da Guiné-Bissau, dos guineenses e do nosso futuro, permitam-nos umas breves palavras de indignação relativamente ao que tem sido o comportamento de alguns militantes do PAIGC. É com desânimo e pesar que assistimos à forma como o Partido se tem comportado nos últimos meses. Não nos entendemos para a realização do próximo Congresso.
Partidários de candidaturas à liderança deste nosso grande Partido têm tido comportamentos que em nada respeitam a memória do nosso saudoso fundador Amílcar Cabral.
Não respeitamos a actual liderança que só cessa funções na próxima reunião magna e que, por vicissitudes conhecidas por todos, está impedida de regressar à Guiné-Bissau.
Guineenses!
Que ensinamentos nos legam a nós, juventude partidária?
Como compreender esses comportamentos e as lutas de poder e cisões criadas?
Em nome de quê? Ou de quem?
Guineenses!
Digo-vos isto, com toda a certeza. Se o Presidente do Partido estivesse aqui ao nosso lado, nada destes comportamentos indignos de nós próprios teriam lugar.
Por isso vos digo. Devemos olhar para o passado, viver o presente, mas não ter medo do futuro.
Temos de ter um PAIGC unido, em face dos desafios que se avizinham.
As próximas eleições, apesar de decretadas por um Presidente e governo ilegítimos, são vistas por nós, jovens guineenses, como a última oportunidade para acabar com esta vergonha que se tornou este processo, conduzido mais por interesses pessoais do que por quem deveria zelar pelo interesse de todos os guineenses. Vemos com alguma desconfiança o desenrolar de todo este processo eleitoral.
Guineenses!
Lanço aqui algumas perguntas:
• Acreditam na idoneidade do processo de recenseamento?
• Quantos de vós já se registaram?
• Quantos dos vossos parentes e amigos nas tabancas sabem sequer deste processo?
• Quem já não ouviu falar de fraudes, atrasos e ameaças no recenseamento?
• Quem já não ouviu falar em dinheiro e favores que passam de mão para mão?
• De supostos políticos que avançam ou não, como se de um negócio se tratasse?
• Como acreditar que, com todas estas dúvidas, estaremos perante um processo eleitoral livre, justo e transparente?
• Como garantir eleições livres, transparentes, justas e inclusivas sem liberdade de expressão e manifestação? Sem imprensa livre?
• Como pode Carlos Gomes Júnior regressar se tudo estão a fazer para impedir o seu regresso?)
• O que receiam e de quem têm medo?
Todos e cada um de nós sabe a resposta a qualquer uma destas perguntas. Neste contexto, o que vale a nossa opinião?
Medimos todas e cada uma das frases aqui ditas. Todas as perguntas formuladas são fruto de uma indignação geral que atravessa a sociedade guineense em geral e os jovens em particular.
Guineenses!
Todos nós tememos e devemos temer. Todos nós conhecemos as ameaças que pairam nas sombras que se movem após o crepúsculo.
Todos nós conhecemos, amigos e familiares que foram arrancados dos seus leitos, de suas casas, por pessoas que envergonham a sociedade guineense. Todos nós corremos riscos.
Mas é chegada a hora de dizer basta!
Guineenses!
De Bissau para todos os guineenses, de Bissau para a diáspora, de Bissau para o mundo, lançamos aqui o apelo e o desafio à comunidade internacional:
Vocês, comunidade internacional exigem eleições livres, transparentes, justas e inclusivas.
Vocês, comunidade internacional, disponibilizaram meios financeiros e materiais para o processo eleitoral em curso.
Mas vocês, comunidade internacional, estarão a acautelar o que defendem?
Findo o processo de recenseamento, vão dizer que decorreu sem precalços?
Que foi justo, transparente e inclusivo?
Vão dizer que estão reunidas as condições de segurança e liberdade para que todos os guineenses que queiram voltar, votar e ser candidatos podem fazê-lo?
Quais as garantias concretas que nos podem apresentar, a nós, guineenses, que ansiamos por um País próspero, com estabilidade política e em Paz?
Da nossa parte, temos uma certeza. Sabemos que Carlos Gomes Júnior vai regressar. Mas também sabemos que há receios e forças que tudo farão para impedir o regresso inevitável deste filho da Guiné-Bissau, mesmo que isso implique continuar a adiar as eleições gerais e prolongar o sofrimento do nosso Povo.
Por isso desafiamos e exigimos a quem de direito que nos informem quais as medidas concretas já tomadas para que a campanha eleitoral decorra com a normalidade democrática necessária, com imprensa livre e com liberdade de manifestação.
E que, finda a campanha, que as eleições possam acontecer também num clima de liberdade e segurança para que sejam reconhecidas por todos, guineenses e comunidade internacional, como livres, transparentes, justas e inclusivas.
Mas todos sabemos que a Guiné-Bissau vive num clima permanente de instabilidade.
Por isso perguntamos:
• Findo o processo eleitoral, reconhecidos os novos titulares de soberania guineense e aceites os resultados, que garantias temos que este novo Governo e novo Presidente ficarão nos cargos até novo golpe de Estado?
• Que garantia temos que a história não se repetirá?
Guineenses!
Para concluir, lançamos este apelo:
• Garantias de maior celeridade no processo de recenseamento, que se pretende transparente e inclusivo;
• Garantias de liberdade de expressão, manifestação e reunião de todo e qualquer guineense;
• Garantias que Carlos Gomes Júnior poderá regressar brevemente e em segurança para votar e ser candidato, retomando o caminho iniciado e interrompido pelo golpe de 12 de Abril de 2012;
• Garantias de eleições livres e justas, reconhecidas não apenas pelas autoridades nacionais, como pela comunidade internacional;
A Guiné-Bissau não pode perder mais tempo!
Apelamos, por isso, o retorno à ordem constitucional, o respeito pelos Direitos Humanos e Liberdade de Expressão para podermos dizer de viva voz o que pretendemos: o regresso de Carlos Gomes Júnior, Presidente do PAIGC, à Guiné-Bissau.
Brigadeiro Abel Djassi"
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Ensaio sobre o adeus
Ditadura do Consenso está a chegar ao fim. Muito obrigado a todos os que fizeram deste blog, o mais lido nos países africanos que falam o português, e um dos mais lidos de África. Tudo o que começa tem, forçosamente, que ter um fim. Foram muitos anos de inquestionável dedicação. Paguei com o meu corpo, mas não quero pagar com a minha vida. Ela vale mais, muito mais.
Milhares de textos, centenas de trabalhos investigativos, só podem dar nisto: um livro. Ditadura do Consenso - o livro, está a chegar. Uma palavra de apreço e um abraço fraterno, vão para todos aqueles que me acompanharam desde a primeira hora, até aos dias de hoje. Há razões mais fortes para esta tomada de decisão e que ficam só para mim. Sinto que nunca mais terei um blog. Valeu. António Aly Silva
Um delinquente na cidade dos arcebispos
O porta-disparates do 'governo golpista de transição' continua a fazer das suas. Agora, esteve em Braga para falar aos empresários sobre a "realidade da Guiné-Bissau e oportunidades de negócios no país". As oportunidades de que fala o Vaz, presumo eu!, devem ter, também, com o tráfico de drogas!!! A realidade, essa, mete dó...
Acontece que o dodot baixou a bolinha desta vez, e quase baixou as calças aos jornalistas quando abordado... Nhu Vaz sabe que, com eles no poleiro, a TAP jamais aterraria em Bissau - a TAP sabe o que lhe espera em Bissau com aquela corja de bandidos que assaltou o poder: confiscariam o avião e talvez o Vaz abra sua boite "O Avião".
Que isto fique claro: qualquer empresário que investir na Guiné-Bissau corre riscos que nem em sonhos poderia imaginar. Perderá tudo: porque este é um governo de delinquentes, um governo ilegítimo, em suma: um governo de bandidos. Um governo que fez da droga o seu pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar e ceia. Um governo que, à falta de reconhecimento internacional, trafica seres humanos para a Europa. Leiam AQUI os disparates do porta-kundok. AAS
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Doka: Tu não és meu irmão (que eu saiba...), não sou teu amigo, nunca bebi sequer um café contigo, não te conheço sequer. Não sei nada da tua vida e nem me interessa para nada. Não te falei e nem penso em faze-lo. Eu dou-me com quem eu quero e contigo nada quero. Não temos sequer assunto para falar quanto mais discutir!!! Quero lá saber se andas aos beijos na boca com o progresso nacional, ou internacional?! Deixa-me em paz e tira o meu nome e do meu blog da tua boca. É um pedido apenas. AAS
Aprender, aprender; aprender sempre...: As pessoas lêem mas não entendem patavina do que leram: Em nenhum momento, no texto sobre as sinistras reuniões do António Indjai por causa do Cadogo, vem a dizer que as mesmas tiveram lugar em BISSAU. Nem uma única vez...foda-se! Semi-analfabetos da merda. Dá nisto quando só se leu o tio Patinhas...AAS
Guiné-Bissau de fora na Cimeira UE-África
Bruxelas já fez todos os convites para a Cimeira União Europeia-África, em abril. Guiné-Bissau só será convidada se até lá formar um Governo reconhecido por Bruxelas. Guiné-Bissau só será convidada se o Presidente interino Manuel Serifo Nhamadjo, der garantias de formação de um governo legítimo.
A União Europeia não convidou a "Guiné-Bissau, Madagáscar e a República Centro-Africana para participarem na Cimeira União Europeia - África, que se realiza em Bruxelas, a 2 e 3 de abril, porque estes países estão suspensos pela União Africana. Além disso Bruxelas não reconhece" os Governos que atualmente estão no poder, disse ao Expresso fonte da União Europeia.
"Se daqui até à data da cimeira a situação destes países evoluir de forma positiva, poderão vir a ser convidados", para a reunião de 2 e 3 de abril.
Na Cimeira UE-África têm assento todos os 28 Estados-membros da União Europeia e mais de cinquenta países da União Africana, à exceção da República Saharaui, que Bruxelas não reconhece como Estado independente.
Na cimeira ao nível de chefes de Estado ou de Governo participam como observadores países que tenham relações com África - como é o caso dos EUA, China e Japão, entre outros - e organizações como as Nações Unidas, o Banco Europeu de Desenvolvimento e o Banco Africano de Desenvolvimento
A primeira cimeira União Europeia/África teve Portugal como um dos principais promotores e realizou-se em 2000, no Cairo, altura em que as duas partes expressaram o empenho em criar as condições para dar uma nova dimensão às relações entre os dois continentes.
A segunda realizou-se em Lisboa, em 2007, e permitiu equilibrar as relações entre África e Europa, avançando-se das tradicionais doações para um sistema de parceria económica, de forma a enfrentar os novos desafios e as novas oportunidades geradas pela globalização da economia. Expresso
ELEIÇÕES(?) 2014: Espanha
Nota informativa No 2 de la comisión electoral de Espanha.
Se le informa a los Bissau Guinienses que dentro del proceso de censo electoral que se está haciendo en Madrid, que el próximo miércoles 15 de enero de 2014 la comisión estará en el barrio de Lavapiés a partir de las 15 horas (3 de la tarde). El próximo viernes 16 de enero de 2014, la comisión estará en la Cuidad de Alcalá de Henares todo el día, en un local aún por determinar.
Pedimos a todos los que residen en el corredor de henares que se acerquen a Censar. Los residentes en Madrid y cercanías pueden hacerlo en la Calle Goiri 11, Metro Estrecho, que es donde está la oficina del Censo.
Desde el sábado 18 hasta el 22 de enero la comisión estará en Bilbao para censar a todos los residentes en el norte de Espanha.
Comisión de elecciones Espanha
Se le informa a los Bissau Guinienses que dentro del proceso de censo electoral que se está haciendo en Madrid, que el próximo miércoles 15 de enero de 2014 la comisión estará en el barrio de Lavapiés a partir de las 15 horas (3 de la tarde). El próximo viernes 16 de enero de 2014, la comisión estará en la Cuidad de Alcalá de Henares todo el día, en un local aún por determinar.
Pedimos a todos los que residen en el corredor de henares que se acerquen a Censar. Los residentes en Madrid y cercanías pueden hacerlo en la Calle Goiri 11, Metro Estrecho, que es donde está la oficina del Censo.
Desde el sábado 18 hasta el 22 de enero la comisión estará en Bilbao para censar a todos los residentes en el norte de Espanha.
Comisión de elecciones Espanha
NOTÍCIA DC: Escândalo na emissão de passaportes em Portugal
Parece anedota, mas é a mais pura das verdades. Uma lei oficiosa do poderosíssimo director da INACEP (a falida Imprensa Nacional, EP) Vitor Cassamá, reza o seguinte: os pedidos de passaportes processados na embaixada da Guiné-Bissau, em Lisboa...devem viajar até Bissau.
E lá chegados, das duas uma. Ou metem o seu pedido na gaveta, ou o poderoso Vitor imprime os passaportes que lhe apetecer. Depois, bom...depois é tentar conseguir um portador para trazer os passaportes para Lisboa e entrega-los na embaixada...É assim o Estado da Guiné-Bissau. Com as torneiras fechadas, Bissau faz de tudo para a entrada de dinheiro fresco... AAS
ELEIÇÕES(?) 2014: As 'autoridades' golpistas de Bissau, enviaram APENAS um (1) kit para o recenseamento em todo o território português...isso demonstra o empenhamento das autoridades de transição em realizar eleições em março de 2014. Os guineenses em Lisboa deviam organizar uma manifestação de protesto junto da nossa embaixada. AAS
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