segunda-feira, 1 de outubro de 2012
EMENTA SEMANAL HOTEL ANCAR
2ª feira - Costeletas grelhadas c/salada mista
3ª feira - Caldeirada mista de peixe
4ª feira - Guisado de frango c/ervilhas
5ª feira - Bica no forno c/limão
6ª feira - Feijoada
Bom proveito.
domingo, 30 de setembro de 2012
Nhelen perfumado
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Moçambique afirmou que a Comunidade da África Ocidental (CEDEAO) apenas "defendeu a sua dama" minando na ONU o governo deposto da Guiné-Bissau, e que, dos contactos entre os dois blocos, sai uma "dinâmica" positiva. Segundo o ministro, o processo da Guiné-Bissau entra agora numa "nova fase", questionado pela Lusa no final de uma semana diplomática intensa na ONU, em que o presidente guineense deposto, Raimundo Pereira, foi impedido de falar no debate da Assembleia Geral, após queixa da CEDEAO. "A CEDEAO defendeu a sua dama da melhor forma que fez, mas isso remete para a necessidade de os guineenses falarem entre si; não devíamos ser nós a decidir quem fala" na Assembleia Geral, disse Balói.
Já sobre o argumento apresentado pela CEDEAO, Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, de que uma intervenção do governo deposto na Assembleia Geral elevaria as tensões em Bissau, o ministro afirma que é "sensível e eventualmente pouco prudente" ser utilizado. "O protagonismo excessivo que CEDEAO, e eventualmente a CPLP estão a ter resulta do facto de os atores nacionais não estarem a desempenhar o seu papel. O diálogo interno é fundamental, os guineenses têm de falar entre si", adiantou. LUSA
sábado, 29 de setembro de 2012
EXCLUSIVO: Encontro em Nova Iorque: Raimundo Pereira recebeu Serifo Nhamadjo
Como sinal de abertura com vista a encontrar vias para acabar com a situação de impasse e pôr cobro ao sofrimento do Povo guineense, o Presidente interino deposto, Raimundo Pereira, recebeu hoje, em Nova Iorque, o 'presidente de transição' imposto aos guineenses pela organização sub-regional, CEDEAO. O encontro, apurou o ditadura do consenso, contou ainda com as presenças do ministro legítimo dos Negócios Estrangeiros, Djaló Pires e do 'ministro dos Estrangeiros de transição', Faustino Imbali.
Os representantes do 'governo de transição' tiveram o apoio declarado dos EUA, enquanto que a China alegou que uma itervenção do Presidente interino deposto "podia dificultar futuras negociações". Uma coisa, porém, parece certa: ninguém discursa, mas os representantes legítimos depostos pelo golpe de Estado, podem cantar vitória: foram os que assistiram às sessões... O encontro nas Nações Unidas, primou por encontrar vias de saída pelo impasse criado com o golpe de Estado de 12 de abril. AAS
À atenção da UNIOGBIS
"Boa noite Aly,
Sou eu, da Eslovenia.
Ha dias li um artigo que escreveste sobre alguns contentores com bebidas alcolicas, scotch, que estao no porto de Bissau, pois o governo de transicao exigia, na altura, que sejam pagas impostos alfandegarios das referidas bebidas. Eu gostaria de saber, se ainda estao estas bebidas no porto de Bissau, tambem das marcas destes scotch, še sao blue label, black lebel ou outra marca.
Estou tambem interessado a saber, se e possivel fazer o re-export desta bebida, directamente do porto de Bissau para outros mercados. Tenho um comprador que esta interessado. Se for possivel podemos entrar em contacto com o dono dos contentores e negociar os preços.
Cumprimentos,
Inacio B."
NOTA: Eu só quero saber quanto é que a UNIOGBIS me dá de comissão por este negócio caído dos céus!!! AAS
A canalhice senegalesa
Alguém disse há dias que "há limite para a vergonha". Subscrevo o que disse Delfim da Silva, e acrescento: a verdade, doutor, é que a mentira tem perna curta. Isso acabou por saltar à vista, dentro da maior trapalhada.
O povo pacífico da Guiné-Bissau recordará para sempre o dia de ontem com dor e tristeza. Tristeza porque ninguém vem ao seu socorro; dor, porque merecia que o acudissem. Para o povo da Guiné-Bissau, esta 67ª sessão da Assembleia Geral da ONU que decorre em Nova Iorque, EUA, provou que o interesse de poucos, nesta verdadeira casa de todos, se sobrepõe aos mesquinhos interesses de alguns pseudo-poderosos. Ou seja, a ONU, ainda que não reconheça o governo golpista...adiante.
Os quatro da CEDEAO, atravês do seu testa-de-ferro-e-ponta-de-lança-da-nossa-desgraça, o Senegal, tentam impor aos restantes membros a subscreverem a sua posição - essa sim, PERIGOSA para a estabilidade da Guiné-Bissau - alegando no seu recurso que uma intervenção de Raimundo Pereira aos países-membros da ONU seria 'uma humilhação para a CEDEAO' para além de outros disparates.
NOTA: O Senegal e a Nigéria não conseguem sequer acabar com as guerrilhas nos seus próprios países, com custos incalculáveis para os seus povos, com milhares de mortos civis, e NEM conseguem CONTROLAR a 100% os seus prórios países...
Se Raimundo Pereira discursar, ainda segundo o nosso inimigo figadal, o impacto que esse discurso teria, a que se somam as distensões entre os seus membros, acarretaria o 'risco de implosão' da organização. Com este impasse, os quatro da CEDEAO sabem muito bem que podem ganhar apenas uma coisa: tempo. Para já, 90% dos países africanos membros da União Africana, incluindo países poderosos economica e politicamente estão com a verdade e, sobretudo, com a democracia! AAS
CEDE(R)ÃO
A intervenção do presidente interino e legítimo da Guiné-Bissau, Raimundo Pereira, foi suspensa por acção da CEDEAO, nomeadamente do Senegal, atravês do seu presidente Macky Sall. A posição da CEDEAO: ou discursa o golpista ou ninguém discursa. Estão preparados para o circo, pois sabem que a tese da CEDEAO não passará, logo há que usar todos os recursos disponíveis para atrasar e impedir intervenção legal.
Não se vislumbra a mais pequena hipótese de a tese da CEDEAO passar na plenária da ONU mas intentaram na mesma uma acção para impedir discurso oficial. Procedimento: assunto vai novamente ao comité de credenciais. Estes não decidem nada. Apenas tecem as suas recomendações que posteriormente enviarão para a Assembleia geral para votação. Contudo, todos os países amigos estão atentos às jogadas nos bastidores...
Naturalmente que a CEDEAO não terá hipótese alguma na votação: será a Nigéria, a Costa do Marfim, o Senegal e o Burkina Faso contra o resto do mundo, a começar pelo grupo CPLP, SADC e UE. Na reunião CEDEAO versus resto do mundo a situação piorou. Agravaram-se as tensões com a CEDEAO a recusar ceder e com posição unilateral dura e a solicitar os outros países para subscreveram a sua posição e a pagarem a factura...mas estes não vão na cantiga: em tempo de guerra (crise) não se limpam espingardas... AAS
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Lavandaria
As sucessivas mudanças políticas na Guiné-Bissau são um dos principais entraves à luta contra o branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo, defendeu quinta-feira, em Bissau, uma responsável do sector. Teresa António da Veiga, presidente da Célula Nacional de Tratamento de Informação Financeira (CENTIF), lamentou também que não haja mais empenho do governo na luta contra branqueamento de capitais e terrorismo.
"A verdade que seja dita, o empenho do Governo não é tanto quanto devíamos sentir. Mas isso deve-se ao facto das muitas situações que o país tem vindo a viver", disse a responsável à Lusa, a propósito de uma reunião de dois dias que começou quinta-feira, em Bissau, sobre branqueamento de capitais e terrorismo e que junta magistrados e forças de defesa e segurança.
"Começa-se a sensibilizar os responsáveis pela implementação dessa política e chega o momento de execução e aparece uma situação perturbante. Com mudanças sucessivas de Governo é difícil que se possa implementar, efectivamente e com eficácia, aquilo que está na lei contra o branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo", lamentou Teresa António da Veiga.
A Guiné-Bissau adoptou as leis da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e da União Económica e Monetária Oeste-Africana (UEMOA) de luta contra o branqueamento de capitais e financiamento de terrorismo. Teresa António da Veiga defende o "cumprimento escrupuloso" dessas leis, em conjugação com as leis nacionais, "e sobretudo rigor no cumprimento do Código Penal relativamente a investigações e acusações de processos".
Só assim, avisou, se podem produzir provas. "Vendo a nossa realidade, de ostentação de riqueza ao nível do país, com o poder económico que temos, podemos a olho dizer que existe branqueamento de capitais. Mas factos e provas só com o engajamento efectivo do poder judicial e da judiciária", disse. A presidente da CENTIF disse desconhecer se na história do país já existiu ou não algum caso de julgamento de branqueamento de capitais ou financiamento do terrorismo.
A 16 de Novembro do ano passado, num fórum sobre Justiça Criminal, o procurador Hermenegildo Pereira afirmou que a lei de branqueamento de capitais existe desde 2004 e que até então nunca se tinha feito uma única investigação. O magistrado disse na altura haver "falta de vontade política" para investigar casos. A CENTIF depende do Ministério das Finanças mas junta também responsáveis dos ministérios da Justiça e do Interior. O encontro que quinta-feira começou vai debater a cooperação jurídica e judiciária, a criminalidade organizada e o tráfico de droga. AngolaPress
Letter from New York
"Jovem Aly,
A delegação do Governo de “Transição” está em desespero absoluto em NY. Hoje, o Presidente do Governo legítimo “deposto” discursará para o mundo. Os golpistas estão desesperados na vã tentativa de sabotar o processo, atravês de apresentação de recursos de última hora. Naturalmente tinha que ser, porque têm que prestar contas aos “tax payers” pelos gastos elevados desta frustada missão . Na Guiné-Bissau dizemos “si nha cabeça ka toka tchom, bu ca batim”. Let’s all learn from this text book example of diplomacy in action. Oh, by the way not a single shot was fired….; afinal “Guineense bali pena”. Viva a Guiné-Bissau.
Mantenhas…. more to come!
P.F."
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