sexta-feira, 19 de abril de 2013

Direito de resposta


"Não uma, mas A VERDADE, tão simplesmente
 
O RECONHECIMENTO DE SERVIÇO PÚBLICO

O serviço público com mérito deve ser reconhecido: É HONRA, é parangona de ego e promoção pessoal, é carreira e é contributo. O esforço individual deve ser promovido e gratificado, e o dever de missão encorajado. Honrar o dever público e cumprir bem a missão a favor do bem comum, implica, obrigatoriamente, medalhas, louros e agradecimento público. Em prol do BEM COMUM, para que ele ganhe algum sentido, e o patriotismo sério e a abnegação voluntária sejam modelo. Pelo que, servir idónea, com mérito e provas dadas à GB, no antes e durante, é standard e é bandeira para os que se expuseram, num esforço comum de pertença social e de profundo patriotismo.

O reconhecimento da pessoa que à frente se expôs e se chegou, deve ser visto como o reconhecimento da equipa através dessa pessoa. Assim nos ensina a história glorificada. Pois, nem todos dão a cara. Alguns a dão por todos e tornam-se facilmente o principal alvo. Sabendo-se que por detrás das Grandes Mulheres, inibidas do solo pátrio, estiveram muitos dos melhores filhos da terra. Mas nada, e nem ninguém com mérito e provas se reconhece. Preferencialmente se espezinha para, ao invés, imediatamente se reconhecer que um criminoso, a responder além-fronteiras, precisa de todo e mais algum apoio da GB. Eis os reconhecimentos transversais e insalubres da pátria e dos patriotas de mentes depauperadas. Quando, nos tempos recentes da GB, o servir público com critérios, valores universais e hombridade, é HUMILDADE e é, sobretudo, resistência e perseverança.

A BAZÓFIA

A GB é sedenta de reconhecimento público de feitos, coragem e exclusividade, QUE NÃO OS DAS ARMAS E CRIMES. A GB é sequiosa de exemplos únicos e atos únicos erigidos corajosamente contra o status quo perdurante. A GB é sôfrega de ações individualizadas de defesa do bem público e do interesse comum contra o dito Militarismo Narcotraficante, citando LP. A GB está desejosa dos que COMPROMETIDOS COM A CAUSA EM EXCLUSIVIDADE, com mediatismo ou sem mediatismo, se destaquem nessa causa, com exclusividade. A GB está ávida de lições válidas e de valores societários. E, na bazófia dos que não dão a cara, nunca deram, eventualmente pelas razões que lhes assistem, outros a dão por eles. Estes últimos, presos por ter cão e presos por não ter, para serem estripados, por quem se julgar no direito. Tout court!

AS VERDADES A REPOR

Desde quando fazer ouvido de mercador de ameaças à vida é proteger? Desde quando é consciência reconhecer a competência e mostrar solidariedade enviando o contemplado para outro ninho de moscas bravas? Será que, vistas as boas intensões, no tal novo posto de compensação, passaria a existir a proteção e a salvaguarda apelada? VERDADES? Até quando se aceitará mais um governo que se autoconsidere desafiado por militares, nada podendo, onde ninguém se mexe e muito menos quer abandonar o poleiro? VERDADES? Afinal falamos do quê? Porque que razão não se entrega o servir público que não se pode a quem pode? Porque estar e se manter sob a mira dos habituais? VERDADES? Sabemo-las! Por isso dizemos umas e assumimo-las. Repudiando meias verdades ao jeito de "ventos esses trazidos por aquele…" (Quem?). Deliberadamente omitimos outras verdades (Segredo de Estado), por imperativo patriótico e na base da responsabilidade pessoal, patriota e subjetiva, conhecida e reconhecida.

MURDI, BU SUPRA…

A GB saturou-se de gente que se diz ter estado ligado ao Estado "ao mais alto nível" e "em período particularmente difícil". Gente que, por detrás de bazófias escamoteadas, numa postura típica, característica e diagonal das parcas cabeças que na terra povoam a celeuma guineense, ao estilo "Mordi bu supra!". Dum lado, ora subscrevem e enaltecem o lido, ora extremamente admiram fulana e sicrana; do outro, ora questionam a coragem, ora censuraram a essência de tudo. Tudo isto numa sociedade cansada, em que o puxar para baixo algo ou alguém, até prestigia o insurgente. Este que vai por aí adiante num espírito de análise perturbado e idêntico ao estado do país. Um EU intranquilo de alguma gente, antes boa, que tenta contentar gregos e troianos, sobrevivendo nas correntes e julgando ficar de bem com a sua própria consciência amordaçada, saldada e subserviente. Para então, em ingratidão para com os que lhe serviram e à GB e em tentativas de autopromoção às custas alheia, nunca se revelar. Mas a VERDADE, essa é a que sabemos e é o que lamentavelmente É e SÃO!
Eis o Compromisso: CHEGA!

Bem-haja à NOSSA GUINÉ-BISSAU

Carmelita Pires e Luconda Aukharie
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Para OUVIR O ANTÓNIO ALY SILVA de sempre. Curto, grosso e...certeiro!

Comandante Pedro Pires:


O antigo Presidente de Cabo Verde e comandante na luta armada de libertação da Guiné-Bissau e Cabo Verde, Pedro Pires, considerou que a prisão do ex-Chefe de Estado-Maior da Armada guineense, Bubo Na Tchuto, pelos serviços secretos norte-americanos, pode ajudar a estabilizar a situação na Guiné-Bissau mas não resolve os problemas daquele país. Em entrevista à rádio pública cabo-verdiana (RCV), Pedro Pires disse acreditar que, com a prisão de Bubo Na Tchuto, o espectro da impunidade desapareceu e que ninguém está acima da lei. «Já vêm que não estão impunes e que pode haver uma intervenção de fora no sentido de os neutralizar», acrescentou o antigo Presidente da República, em exercício entre 2001 e 2011, e Primeiro-ministro de Cabo Verde entre 1975 e 1991.

ÚLTIMA HORA: António Indjai pode ser deposto por militares guineenses, que querem cair nas boas graças dos norte-americanos. Os quartéis estão em ebulição, alguns militares foram mesmo desarmados. Just in case... Algumas altas patentes, chegados ao CEMGFA, estão incontactáveis e desconhece-se o seu paradeiro. Uma fonte do DC garante que a cidade de Mansoa servirá de 'forte' a António Indjai, que, ainda assim não conseguirá fugir à mão pesada dos EUA. AAS

DROGA-DEA: EUA emitiram mandado internacional de captura contra CEMGFA António Indjai e CEMFA Papa Camará. AAS

Entrevista de António Aly Silva à RFI


Para OUVIR

DROGA-DEA: O EMGFA agendou para hoje uma conferência de imprensa, em Bissau. AAS

quinta-feira, 18 de abril de 2013

ÚLTIMA HORA: Quartéis guineenses estão em polvorosa. Cada sombra vigia a outra... AAS

DROGA-DEA: EUA vão emitir mandados internacional de captura contra o general e CEMGFA, António Indjai, o CEMFA Papa Camará e mais duas outras figuras das FARP, e ainda dois políticos. À CEDEAO foi recomendado que "colabore estritamente." AAS

EXCLUSIVO-DROGA-DEA: Há nomes de políticos (alguns no 'governo de transição). Os EUA fecham o cerco e podem fazer prisões mesmo em países da sub-região. Basta que ponham um pé fora da fronteira para irem com os porcos... AAS

CRIMES ANTÓNIO INDJAI-DEA: Estes são os crimes de que António Indjai é acusado pela DEA (Drug Enforcement Agency): Conspiração para planificar introdução de drogas nos EUA; Conspiração para venda de armas a organização terrorista (FARC); Conspiração para adquirir e tranferir mísseis terra-ar e conspirar para atentar contra cidadãos americanos; Conspiração narcoterrorista. AAS

EXCLUSIVO-USA-DROGA: DEA vai acusar formalmente o CEMGFA da Guiné-Bissau, António Indjai, de quatro crimes. E estão atrás dele, monitoram tudo, desde telefones, deslocações, cumplicidades...tê na dia... AAS

PAIGC: Cipriano Cassamá disse à agência Lusa que será "o próximo presidente" do PAIGC. Se isso acontecer, eu serei o próximo Papa!!! Fica prometido. AAS!

DROGA/674kg: Aristides Gomes quer justiça "com base em provas"


O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Aristides Gomes, reafirmou terça-feira que a droga que desapareceu dos cofres do Estado em 2007 foi destruída e pediu justiça “com base em provas” em vez de “especulações e rumores”, noticiou a Lusa. O político guineense, primeiro-ministro entre 2005 e 2007, falava aos jornalistas no âmbito de uma audição do Ministério Público sobre um caso de 674 quilos de droga que desapareceram dos cofres do Estado em 2007.

O Ministério Público da Guiné-Bissau decidiu reabrir o processo, que envolve, entre outros, o então primeiro-ministro e o ex-ministro das Finanças (hoje deputado), Vítor Mandinga. Desde 2007 que o Ministério Público tem tentado levar a julgamento os indiciados no processo mas sem sucesso. Em 2007 foram ouvidos outros quatro membros do governo, além de Aristides Gomes, que disse ter ordenado a destruição dos 674 quilos de droga (cocaína, apreendida pela Polícia Judiciária em 2006) e recebido a confirmação de que tal sucedeu.

Terça-feira, citado pela Agência de Notícias da Guiné-Bissau, Aristides Gomes disse que enquanto primeiro-ministro trabalhou na defesa dos interesses da Guiné-Bissau, que está confiante de ter actuado conforme a lei, e que se assim não for que lhe seja feita justiça, com apresentação de provas. “Seria bom que seja feita uma acção de justiça com base nas provas e não em especulações e rumores”, disse Aristides Gomes. Aristides Gomes sublinhou que arranjou instalações seguras para que a Polícia Judiciária pudesse trabalhar e acrescentou que não interferiu no trabalho do Ministério Público que levou à destruição da cocaína “de acordo com as normas legais e aceites universalmente”.

O caso foi muito politizado durante a campanha eleitoral de 2008 e já tinha sido arquivado, por falta de provas, disse o antigo primeiro-ministro. A cocaína tinha sido apreendida pela Polícia Judiciária no porto de Bissau mas alegadamente por falta de condições para o seu controlo e conservação foi transferida para os cofres do Tesouro Público. Algum tempo depois foi anunciado que a droga tinha desaparecido. O momento da sua alegada destruição não foi do conhecimento público nem presenciado pela imprensa.